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Futebol Dorival isenta Dória de culpa após empate: 'É uma pena, mas acontece' Colaboração para o UOL 20/05/2026 00h46 Deixe seu comentário Dorival Júnior em sua reestreia no São Paulo, contra o Millonarios, pela Copa Sul-Americana 2026 Imagem: Anderson Romão/AGIF Reestreando no comando do São Paulo contra o Millonarios, Dorival Júnior viu seu time levar um gol na reta final após erro do zagueiro Dória e sair com um empate por 1 a 1 do Morumbis , pela Copa Sul-Americana. Ainda assim, o treinador adotou uma postura de apoio ao defensor e disse que o Tricolor precisa minimizar as falhas durante as partidas. Eu fui jogador por 20 anos, tenho consciência do que representa um erro dentro de uma partida. Aquilo fica por muito tempo na nossa cabeça. É uma pena, mas acontece. Qualquer um de nós, que tenha tido um desequilíbrio dentro de um jogo, é normal que leve um tempo para assimiliar tudo isso e dar uma volta nessa situação. O que eu vejo é que é um momento em que um pequeno erro acaba causando uma situação desconfortável no gol. Nós não fomos tão pressionados em momento nenhum da partida. No primeiro momento que tivemos um erro, acabou estourando lá atrás. É esse ponto de equilíbrio que temos que tentar encontar novamente, só buscaremos isso com muito trabalho, porque qualidade a equipe tem. Dorival Júnior, técnico do São Paulo Juca Kfouri Cruzeiro não se intimidou e trouxe ponto da Bombonera Josias de Souza Regime conta-gotas de Flávio é tática desastrosa Casagrande Nosso futebol vive eterno 'Dia da Marmota' Luiz Henrique Matos Você talvez não seja capaz de domesticar algoritmos Retomar confiança é a chave O comandante tricolor, que foi anunciado na última sexta-feira, também elegeu a confiança como o principal ponto a melhorar no elenco. Com o empate desta terça-feira, o São Paulo chegou ao sétimo jogo sem vencer. Vou conhecendo o elenco com o passar do tempo, não queimar etapas, tudo é questão de treinamentos. O primeiro quesito é um resgate de confiança, isso tem que acontecer. Não fazíamos uma partida ruim, não estávamos sofrendo, porém não foi uma partida com domínio técnico absoluto. Temos muitas coisas a tentar corrigir dentro da minha visão, mas também é questão de tempo. Fizemos ontem um trabalho de 20 minutos para preparar a equipe para hoje. Com o empate, o São Paulo torce contra o O'Higgins para seguir na liderança do grupo C. Caso o time chileno vença o Boston River, nesta quarta-feira, poderá tomar a ponta do Tricolor Paulista. Na Sul-Americana, apenas o líder de cada chave avança direto para as oitavas de final, com os segundos colocados fazendo um playoff contra as equipes vindas da Libertadores — ainda falta uma rodada a ser disputada. Embora venha de uma fase ruim, Dorival vê o elenco do São Paulo com potencial para retomar o brilho. O técnico acredita que uma sequência positiva é o que a equipe precisa para voltar à boa fase do início do ano. Continua após a publicidade Relacionadas São Paulo sofre diante do Millonarios e só empata em reestreia de Dorival Luciano quer ajuda de Dorival para retomar confiança: 'Temos de melhorar' Cruzeiro segura Boca em noite de VAR protagonista e fim de seca para Fagner "No primeiro tempo, nós tivemos um domínio amplo da partida, um domínio interessante. Acho que o posicionamento que foi proposto, algumas mudanças de peças. Nós precisamos tentar aproveitar um pouco mais as oportunidades que estão sendo criadas. Quando isso acontecer, você passa a ter um jogo de outra forma. O retorno dessa confiança passar por um momento como esse. Estamos precisando de um resultado positivo, e a ansiedade tem tomado à frente da racionalidade. Isso pesa muito, porque qualquer erro acaba estourando dentro do nosso gol", disse o treinador. Nós não podemos criticar ninguém. Acho que é enaltecer a postura que a equipe teve, ainda que faltasse organização em muitos momentos e lucidez em outros, ainda assim tivemos uma força muito grande de poder buscar com intensidade, tivemos um volume razoável dentro da partida. Infelizmente, não tivemos a sorte do segundo gol que nos daria uma tranquilidade maior. Agora, o São Paulo volta a campo no sábado (23), contra o Botafogo, pelo Brasileirão. Dorival Júnior buscará sua primeira vitória no retorno ao clube para seguir no G4 da tabela. O que mais Dorival disse Confiança no camisa 10. "Luciano é um jogador que tem muitas qualidades. Foi um jogador muito importante, independente de ele não ter participado da última partida. É um jogador que eu gosto muito, decisivo, muito importante para nós. Mudou seu status, é um jogador vencedor, um cara que teve títulos importantes com a camisa do São Paulo e, com certeza, voltará a ser muito importante em mais uma jornada". O que melhorar no time? "Para mim, é mais uma questão tática de correções dentro do que necessitamos e observamos, do que propriamente física. Acho que fisicamente, a equipe se doou, correu, teve uma entrega muito grande. Em alguns momentos, até ultrapassando e se desequilibrando de alguma forma. Em muitos momentos, a equipe já demonstrou um controle maior, possibilidade de infiltrar sem que sofra durante a partida. Tivemos o erro da jogada do gol, e logo em seguida um novo erro que provocou a penalidade. Mas acho que de um modo geral, tivemos coisas bem positivas que, se um pouco mais organizadas dentro do que imagino, vamos encontrar o que buscamos". Continua após a publicidade Tapia reserva para Calleri ou Luciano? "Vejo ele também como um segundo homem, podendo ser um homem mais enfiado. Ele tem características interessantes, chega muito bem. O Calleri esgotou, tivemos que fazer uma alteração buscando um fato novo dentro da partida". Pedi a reintegração de Arboleda? "Não aconteceu, não pedi. É uma situação que a diretoria do São Paulo teve total autonomia para uma decisão que foi tomada. Eu respeito qualquer decisão tomada, independente de entender que é um grande jogador, que foi muito importante em outro momento, mas que acabou cometendo um deslize muito grande. A disciplia tem que estar à frente de qualquer situação dentro de um clube de futebol". Semelhanças de chegada em 2023 e agora. "Se eu for pontuar, vou falar de 10 ou 12 clubes que peguei nessa condição. E todos eles grandes clubes do futebol brasileiro. Um deles na 16ª colocação do Campeonato Brasileiro quando cheguei e, de repente, estávamos na 2ª colocação. Acho que essa vivência a gente tem. Entendo que no futebol não queimamos etapas para atingir determinado objetivo. Sempre passamos por alguns obstáculos que nos fizeram amadurecer". Pretende seguir com Danielzinho e Bobadilla no meio? "Os jogadores vão se escalando ao longo dos treinamentos, por merecimento e pelo que estamos vendo. Dos quatro [Danielzinho, Bobadilla, Marcos Antônio e Pablo Maia], estamos com dois fora ainda. É muito cedo, as definições vão acontecendo a partir do instante em que formos observando, corrigindo, melhorando, e que cada um vá apresentando suas melhores condições o que podem entregar". Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Jornal: Atletas estudam processar clube após exclusão na 2ª divisão inglesa Brasil e EUA têm 1ª reunião sobre tarifas 12 dias após encontro Lula-Trump Cruzeiro segura Boca em noite de VAR protagonista e fim de seca para Fagner Neymar chora por horas, abraça Robinho Jr. e divide vaga na Copa com Santos Ex-piloto do Globocop morre baleado na cabeça em São Paulo