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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Vini Júnior perto do gol ou na ponta, como isca? Time titular depende disso Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL, em Nova Jersey (EUA)* 04/07/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Vini Jr. durante o primeiro tempo de Brasil x Japão, pela 2ª fase da Copa do Mundo Imagem: Maria Lysaker/Reuters Há quem diga que Martinelli treinou como titular na sexta-feira. Parece despiste. Ancelotti treina alternativas e trabalhou tudo o que pode acontecer durante o jogo contra a Noruega. A decisão passa por uma equipe repetida em comparação com o primeiro tempo do jogo contra o Japão. Neste caso, Danilo Santos entra no lugar de Paquetá. É o mais provável. Mauro Cezar Argentina foi finalmente testada. E deixou a desejar Juca Kfouri Lionel Messi busca a imortalidade em vida Alicia Klein Por que esta Copa não tem 'musas' nas transmissões Maria Prata A beleza na era das selfies e da inteligência artificial Só que Ancelotti pode querer repetir Vinicius Júnior aberto pela esquerda. Improvável. Esta decisão foi a do segundo tempo do jogo contra o Japão. O técnico queria ter, em Vinicius, uma isca. Se a defesa japonesa não se desorganizava, não saía do lugar e não se espalhava para os lados para abrir corredores centrais, como o técnico italiano desejava, seu objetivo foi colocar Vinicius na esquerda e obrigar o lateral-direito Tomiyasu a persegui-lo. Também aumentar o número de cruzamentos para a grande área. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Deu certo. A estratégia do aumento de cruzamentos resultou no gol de Casemiro. Tomiyasu perseguiu Vinicius e foi quem tomou o drible entre as pernas no início da jogada em que o craque do Real Madrid quase marcou um gol antológico. Abrir a defesa com Vinicus pela esquerda ajudou a abrir corredor por onde o passe de Bruno Guimarães chegou a Martinelli, na jogada do segundo gol. Continua após a publicidade Apesar de a estratégia ter dado muito certo, a preferência de Ancelotti é ter seu melhor jogador mais perto do gol, onde pode decidir partidas. Escalar Martinelli desde o início e jogar Vini para a esquerda parece um risco de perder alternativa para o segundo tempo. Também o risco de perder controle do meio-campo. A Noruega trabalha muito com os meias Berg, do Bodo Glimt, e Odegaard, do Arsenal. Perder o controle do meio pode ser fatal. O mais provável é Vinicius perto do gol. No segundo tempo, se precisar abrir a defesa da Noruega, alternativa é abrir seu melhor jogador para a esquerda. É uma isca. O lateral teria de se aproximar da linha lateral para marcar Vini, o que abre espaços pelos corredores centrais. *Com Danilo Lavieri, Pedro Lopes e Thiago Rabelo Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Empresas dizem que obras foram paralisadas por 'crise sistêmica' na Itália França no topo, Brasil em 5°: o ranking da Fifa após a 2ª fase da Copa PGR se manifesta contra anulação de investigação sobre ex-líder do União Casas na Itália passam de sonho a pesadelo para compradores brasileiros Paquetá usa bota de CR7 para tentar volta na Copa; entenda como funciona