Conteúdo Original
Futebol Vitória da Argentina tira árbitro brasileiro da final da Copa do Mundo Thiago Rabelo Colaboração para o UOL, em Atlanta (EUA) 15/07/2026 21h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Wilton Pereira Sampaio apitou partida de abertura, mas rivalidade derrubou seu nome para a final Imagem: Luke Hales/Getty Images O árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio não tem mais chances de apitar a final da Copa do Mundo, neste domingo, entre Argentina e Espanha. O regulamento da competição não exclui árbitros da mesma confederação continental dos países envolvidos na partida, o que manteria as chances de Wilton, mas a Fifa (Federação Internacional de Futebol) quer evitar na decisão um árbitro da Conmebol, entidade que comanda o futebol sul-americano, para evitar desgastes. A questão para a Fifa é a rivalidade entre brasileiros e argentinos. Casagrande Messi é o gênio do futebol no século 21 Mauro Cezar Argentina é tudo o que você queria no seu time Juca Kfouri Scaloni transforma a armada inglesa em peneira Tatiana Farah Michelle escapou do cancelamento na direita A situação a ser evitada, no entanto, já ocorreu antes. Na final do Mundial de 1986, vencida pela Argentina contra a Alemanha, o árbitro foi o brasileiro Romualdo Arppi Filho. Mas a Fifa entende que, hoje, o cenário é mais delicado, com problemas entre as duas seleções nos últimos anos e que poderiam provocar reclamações dos atuais campeões mundiais. Com isso, Wilton passa a ser favorito para comandar França x Inglaterra pela decisão do terceiro lugar, sábado, em Miami. A decisão deve ser comunicada aos árbitros nesta quinta-feira pelo presidente do Comitê de Árbitros da Fifa, o italiano Pierluigi Colina. O favorito para apitar a final é Alireza Faghani, que apitou a final do Mundial de Clubes de 2025 e três jogos nesta Copa do Mundo. A entidade entende que Faghani seria uma escolha neutra e agradaria aos finalistas. Continua após a publicidade O que pesa contra Faghani é que, apesar de ser vinculado à Federação Australiana de Futebol, ele é iraniano, país que está em guerra com os Estados Unidos. A política internacional tem influenciado várias decisões da Fifa, cujo presidente, Gianni Infantino, tem sido alvo de críticas pela relação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Caso a nacionalidade impeça o iraniano de comandar a final, o esloveno Slavko Vincic passa a ser o nome mais forte para domingo. O polonês Szymon Marciniak, que apitou a final entre França e Argentina em 2022, segue prestigiado com Colina, mas nunca um árbitro comandou duas finais da Copa, o que reduz as chances do polonês. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Flávio diz não ter mais relação com Michelle e não ter visto vídeo Diácono da Assembleia de Deus morto em abordagem da PM foi baleado na nuca Vôlei: Brasil bate França e ainda respira por vaga na Liga das Nações Messi é o gênio do futebol do século 21 Messi celebra virada 'incrível' e prevê final contra Espanha: 'Conheço bem'