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O dia começou com o Brasil em ritmo de estreia: o conjunto brasileiro, atual vice-campeão mundial, abre a temporada de ginástica rítmica na Copa do Mundo de Tashkent, Uzbequistão, entre 9 e 12 de abril [ ]. Entre as ginastas que compõem o grupo verde‑amarelo estão Duda Arakaki, Nicole Pircio, Sofia Madeira, Maria Paula Caminha, Mariana Gonçalves, Julia Kurunczi e Marianne Giovacchini, uma seleção que carrega o peso da prata mundial conquistada no Mundial do Rio de Janeiro e a esperança de manter o brilho na temporada [ ]. Para o repertório, o Brasil confirmou duas trilhas centrais: Abracadabra, de Lady Gaga, e Feeling Good, clássico do jazz — escolhas apresentadas pela capitã Duda Arakaki e pela técnica Camila Ferezin para embalar as apresentações e empoderar as ginastas [ ]. A estratégia de revelar as músicas com antecedência — para evitar que outras seleções ownhem as mesmas trilhas — faz parte do planejamento que mira o ciclo rumo às Olimpíadas de Los Angeles 2028, já com Tashkent como vitrine de início [ ]. Em termos de aparelhos, a série mista passa a contar com três arcos e dois maças, enquanto a série simples troca as cinco fitas por cinco bolas — mudanças que alteram o visual das coreografias e a dinâmica de cada apresentação [ ]. No Mundial de Ginástica Rítmica realizado no Rio de Janeiro, o Brasil assegurou a prata pela primeira vez, um marco que alimenta a ambição de manter o pódio no cenário global e pavimenta o caminho para Frankfurt e LA 2028 [ ]. Camila Ferezin não esconde a ambição: “Nós queremos chegar à medalha olímpica”, afirmou a técnica, com a capitã Duda Arakaki ecoando o sonho; Bruna Martins, auxiliar-técnica, também reforça o foco no amadurecimento do grupo [ ]. Com Tashkent no radar, o Brasil já traça passos para Baku, o Pan‑Americano em junho e, se o desempenho se sustentar, a vaga para Los Angeles 2028 pode ser consolidada ainda antes, mantendo o país entre os grandes da ginástica rítmica [ ].