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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Bélgica supera tapetão, elimina EUA e deixa lição para Brasil de Ancelotti Alicia Klein Colunista do UOL 07/07/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× De Ketelaere comemora gol da Bélgica contra os EUA na Copa do Mundo Imagem: Jane Gershovich/ISI Photos/ISI Photos via Getty Images Os belgas chegaram a Seattle na noite de segunda-feira (6) para competir não apenas contra a seleção, mas também contra o presidente dos Estados Unidos e a Fifa de Gianni Infantino, que após a interferência de Trump liberou Folarin Balogun para disputar as oitavas , mesmo ele tendo sido expulso na fase 16 avos. Indignado com a decisão, Rudi Garcia não teve o que fazer senão pensar na melhor estratégia para derrotar os donos da casa dentro de campo. Para alcançar esse feito, tomou uma decisão inesperada: mandou Jeremy Doku e Kevin De Bruyne para fazer companhia no banco a Romelu Lukaku — além de abrir mão de Vanaken, que fracassara como titular. O treinador buscava um plantel mais veloz e descansado, mas também recompensar a formação final da impressionante virada contra Senegal. Ao tirar as duas estrelas quando perdia por 2 a 0, foi duramente criticado nas transmissões internacionais e certamente xingado por torcedores ao redor do mundo. Ali, o jogo virou, o empate veio e, na prorrogação, uma vitória que parecia improvável. Ao contrário de Ancelotti, Garcia não se importou de tornar coadjuvantes os grandes nomes da promissora geração belga, em favor de um propósito maior: adaptar o time ao adversário e valorizar quem mostrou mais futebol a fim de conquistar a classificação. Não importa o que Doku e KDB fizeram no passado ou em seus clubes. Importa o agora. O resultado: domínio absoluto dos europeus e 4 a 1 no placar. Casagrande Muito obrigado, Bélgica, pelo massacre nos EUA Danilo Lavieri Fifa estragou a bela história dos EUA na Copa João Paulo Charleaux Trump vira a mesa e dá um golpe no futebol Helton Gomes Altman e Trump arquitetam dividir riqueza da IA Carleto, por sua vez, morreu abraçado à geração de Alisson, Marquinhos, Casemiro, Neymar e companhia, colocando em campo contra a Noruega um jogador de 34 anos que, neste ano, não conseguiu marcar o ataque do Novorizontino. Preteriu jovens talentos para deixar intocada a geração mais fracassada do futebol brasileiro. A Bélgica aplicou um chocolate nos Estados Unidos, mesmo diante de um tapetão histórico, e está nas quartas da Copa do Mundo. O Brasil está em um avião de volta para casa. Siga Alicia Klein no Instagram Se inscreva no canal de Alicia Klein e Milly Lacombe no YouTube Assine a newsletter da Alicia Klein Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Alicia Klein por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Federação belga cutuca EUA após goleada nas oitavas da Copa: 'Reverta isso' Governo paraguaio repudia ataque racista de senadora a Mbappé Brasil falha em transformar seus melhores do mundo em títulos de Copa Geração perdida, CBF em ebulição e crise na base jogam Brasil em pior jejum Justiça nega financiamento estudantil a ré pela morte do menino Miguel