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Futebol Federação Inglesa apoia Uefa em críticas à Fifa: 'Hora de uma revisão' Do UOL, em São Paulo 01/08/2026 10h13 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Gianni Infantino, presidente da Fifa Imagem: Carl Recine/Getty Images A Federação Inglesa de Futebol apoiou o posicionamento da Uefa sobre os planos da Fifa de vender ações da entidade através da criação de uma empresa. O que aconteceu A entidade europeia publicou longo comunicado neste sábado (1º). A Uefa diz que perdeu a confiança no presidente da Fifa, Gianni Infantino, e cita um "esquema secreto" usado pela entidade no caso. A Federação Inglesa disse que apoia integralmente a posição da Uefa. A entidade que comanda o futebol inglês, que conta com uma das cinco principais ligas do mundo, também pediu uma mudança completa na liderança da Fifa. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo É hora de uma revisão completa e robusta da liderança e governança da FIFA para garantir que o esporte global seja gerido de forma transparente, em benefício de todas as 211 nações membros e com a administração de longo prazo do futebol em seu cerne. Federação Inglesa de Futebol, em nota Assista aos jogos exclusivos da Copa da Rússia no UOL Play A Fifa desistiu ontem do plano de vender uma participação ligada à Copa do Mundo após o projeto gerar divisão interna. A própria entidade divulgou um posicionamento de Infantino nesta sexta-feira (31). O que estava em discussão A Fifa havia confirmado na terça-feira (28) que Infantino queria criar uma subsidiária avaliada em 20 bilhões de dólares (R$ 102,3 bilhões). A empresa, que recebeu o nome de Fifa Forward Enterprise, teria até 20% de sua participação acionária vendida a terceiros, por um valor estimado de 4,2 bilhões de dólares (R$ 21,4 bilhões). A proposta previa concentrar direitos comerciais e a operação de eventos — entre eles, a Copa do Mundo — na empresa controlada pela própria Fifa. A ideia era reunir mais receitas como patrocínios, direitos de transmissão e licenciamento, mantendo a organização de competições sob responsabilidade da entidade máxima do futebol, de acordo com nota divulgada nesta semana. O plano também vinha sendo discutido sob pressão de outras instituições. A Uefa anunciou boicote a torneios da Fifa após a divulgação da proposta, e a entidade global afirmou que a criação da empresa só ocorreria se fosse aprovada pela maioria das 211 associações-membro. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Ídolo na Ítalia, Sandro Mazzola morre aos 83 anos Eleição já sofre cerco dos EUA. Resta saber alcance da mão peluda de Trump Gretchen defende novo nariz de Simone após críticas: ?Está lindo? Carol Peixinho e Thiaguinho celebram um ano do filho: 'Tudo para mim' Trump compara IA à Revolução Industrial e anuncia futuro 'czar' do tema