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Análise dos Times

Sao Paulo

Principal

Motivo: O São Paulo é o foco principal da matéria, sendo apresentado como o clube com mais lesões na última década. A análise é factual, mas a quantidade de menções e detalhes sobre o clube o colocam como centro da narrativa.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: O Grêmio é apresentado como o segundo clube com mais lesões, com dados específicos sobre concentrações de lesões em certas temporadas. A apresentação é factual e comparativa.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: O Corinthians é o terceiro clube no ranking de lesões totais. A matéria detalha alguns jogadores específicos e uma temporada com maior número de baixas, mantendo um tom informativo.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: O Vasco é destacado pelo tempo médio de recuperação de lesões, indicando casos mais graves. O tom é informativo, mas a ênfase na gravidade e a menção ao caso Breno trazem um leve tom de atenção para o clube.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Motivo: O Botafogo é apresentado em sequência no ranking, com dados sobre um ano específico de muitas lesões e a consequência em mudanças de comissão técnica. A análise é factual.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: O Internacional fecha o top-5 de lesões. A matéria cita o número de lesões em algumas temporadas e a exceção de um ano na Série B, mantendo um tom informativo.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

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Conteúdo Original

“Tem alguma coisa muito errada”: Seleção sportv comenta lesões no São Paulo O São Paulo é o clube com mais lesões no futebol brasileiro nos últimos 10 anos. Grêmio , Corinthians , Botafogo e Internacional completam o top-5 do ranking. Na outra ponta, o Vasco aparece entre as equipes com menor número de casos, mas lidera o tempo médio de permanência no departamento médico, um indicativo de lesões mais graves e tratamentos mais longos. Nesta temporada, o levantamento do ge sobre o tema completa 10 anos. Para marcar a data, reunimos os principais destaques de um banco de dados que compila e analisa, caso a caso, todas as vezes em que jogadores foram afastados por lesões decorrentes da prática esportiva. Confira abaixo! 1 de 7 — Foto: Infoesporte — Foto: Infoesporte Um dos clubes que mais sofreu com lesões em 2025 , o São Paulo carrega um histórico recente marcado por departamentos médicos cheios e sucessivos desfalques por contusão. A reformulação do quadro de profissionais para 2026 , com as demissões do fisiologista e do preparador físico, é apenas mais um capítulo de uma série de mudanças adotadas pelo clube nos últimos anos na tentativa de reverter esse cenário. Em 2023 , o Tricolor já havia dispensado o médico do elenco profissional e promovido alterações no Reffis após uma sequência de lesões. Três anos antes , novas mudanças também foram feitas na área da saúde. As iniciativas ilustram a luta constante do clube para reduzir um problema persistente e desafiador no futebol. Um contexto que impacta diretamente o desempenho esportivo, ao limitar o número de atletas disponíveis a cada partida. 2 de 7 Jogadores são acompanhados com mais detalhes no Reffis do São Paulo — Foto: Leonardo Lourenço Jogadores são acompanhados com mais detalhes no Reffis do São Paulo — Foto: Leonardo Lourenço Entre 2016 e 2025, o São Paulo liderou as baixas ao departamento médico na elite do futebol brasileiro (veja a lista completa na metodologia), com 483 casos registrados ao longo de 10 temporadas, o que representa uma média de 48,3 lesões por ano. O time que mais se aproxima é outro tricolor: o Grêmio, com 457 vetos clínicos no mesmo período. No caso gremista, dos 457 registros, 125 (27%) concentraram-se em apenas duas temporadas: 61 em 2017 e 64 em 2018 . Em ambos os anos, o Imortal liderou o ranking de contusões entre os times da Série A. Fechando o pódio do ranking, o Corinthians somou 431 contusões nos últimos 10 anos. O ponto fora da curva foi a temporada de 2022 , quando o Timão acumulou 64 baixas ao departamento médico. Ainda assim, houve quem superasse esse número: naquele ano, o Botafogo liderou a estatística com 64 registros. Em 2022 , Fagner e Willian foram os jogadores com maior recorrência no DM corintiano, com cinco passagens cada. Já o recorde de jogos perdidos ficou com Paulinho. O volante rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo na quarta rodada do Campeonato Brasileiro e ficou fora de 49 partidas ao longo da temporada. 3 de 7 Destaques do DM do Corinthians em 2022 — Foto: Infoesporte Destaques do DM do Corinthians em 2022 — Foto: Infoesporte O Botafogo aparece na sequência do ranking, com apenas três lesões a menos que o Corinthians no período. Além de 2022 quando liderou na Série A , o Glorioso também viu o ano de 2025 assombrar e prejudicar o desempenho. Com o maior número de contusões da temporada , o Botafogo viu os casos saltarem 53% em relação a 2024, passando de 36 para 55 em 2025, o que comprometeu o desempenho do time e resultou na demissão do preparador físico Luca Guerra. A saída gerou atrito interno e culminou também na saída do técnico Davide Ancelotti, que defendia a permanência de Guerra apesar de divergências com o Núcleo de Saúde e Performance. Os métodos adotados contribuíram para a escalada de lesões. Fechando o top-5, o Internacional é mais um clube a ultrapassar a marca de 400 contusões entre 2016 e 2025. Foram 414 casos registrados ao longo de nove temporadas analisadas — 2017 ficou fora do levantamento, já que o Colorado disputou a Série B naquele ano. Em três edições, o Inter atingiu ou superou a casa das 50 lesões: 2021 (52), 2022 (50) e 2025 (50). Confira abaixo o top-10 do ranking do futebol brasileiro no período. 4 de 7 Times com mais lesões nos últimos 10 anos no futebol brasileiro — Foto: Infoesporte Times com mais lesões nos últimos 10 anos no futebol brasileiro — Foto: Infoesporte Continuação do ranking: 11º Flamengo : 331 lesões (10 temporadas) 12º Palmeiras : 310 lesões (10 temporadas) 13º Bahia : 294 lesões (9 temporadas) 14º Fortaleza : 258 lesões (7 temporadas) 15º Bragantino : 254 lesões (6 temporadas) 16º Chapecoense : 244 lesões (6 temporadas) 17º Coritiba : 243 lesões (5 temporadas) 18º Vasco: 242 lesões (9 temporadas) 19º Vitória : 219 lesões (5 temporadas) 19º Ceará : 219 lesões (6 temporadas) 19 º Sport : 219 lesões (7 temporadas) + Veja o ranking de lesões em 2025 + Reis dos clássicos em 2025: Flamengo e Corinthians vencem mais + Everton Ribeiro, do Bahia, é o amigo oculto do futebol brasileiro em 2025; entenda Se o São Paulo lidera o ranking em números absolutos de lesões, na média por temporada acaba superado pelo Coritiba. Nas cinco participações do Coxa na elite, o clube paranaense registrou 243 baixas médicas: média de 48,6 por ano - 0,62% superior à do Tricolor paulista. Quando o critério passa a ser a média de lesões por temporada, o desenho do top-20 muda significativamente. O Vitória, por exemplo, salta 14 posições: sai do 19º lugar em números absolutos para figurar em 5º na média. Já Palmeiras, Flamengo e Cruzeiro perdem posições ao se adotar essa escala de comparação. Confira abaixo o ranking por temporada: Média de lesões por temporada nos últimos 10 anos Time Temporadas analisadas Lesões desde 2016 Lesões por temporada Coritiba 5 243 48,6 São Paulo 10 483 48,3 Internacional 9 414 46,0 Grêmio 10 457 45,7 Vitória 5 219 43,8 Corinthians 10 431 43,1 Botafogo 10 428 42,8 Bragantino 6 254 42,3 Chapecoense 6 244 40,7 Fluminense 10 387 38,7 Santos 10 371 37,1 Fortaleza 7 258 36,9 Ceará 6 219 36,5 Athletico-PR 10 359 35,9 Atlético-MG 10 350 35,0 Cruzeiro 10 337 33,7 Flamengo 10 331 33,1 Bahia 9 294 32,7 Sport 7 219 31,3 Palmeiras 10 310 31,0 Fonte: Gato Mestre* deslize para ver o conteúdo Fora do ranking acima, o Vasco aparece na 21ª posição, com média de 26,9 contusões por temporada. No Cruz-Maltino, porém, o que mais chama a atenção não é a quantidade de lesões, mas a gravidade dos casos. Considerando o tempo médio de recuperação por lesão no período analisado, o Vasco lidera o ranking: em média, um jogador do clube permaneceu 49,79 dias em tratamento até voltar a ser relacionado. O caso do zagueiro Breno é um exemplo disso. O drama começou em novembro de 2017 com uma lesão no menisco do joelho esquerdo, sofrida no jogo contra o Vitória. No ano seguinte, foram mais três cirurgias no joelho . Ao todo, ele ficou 1.086 dias no estaleiro. 5 de 7 Breno durante treino do Vasco em Pinheiral — Foto: Carlos Gregório Jr/Vasco Breno durante treino do Vasco em Pinheiral — Foto: Carlos Gregório Jr/Vasco Bragantino e Cruzeiro aparecem logo atrás do Vasco, com tempos médios de recuperação semelhantes: 44,37 e 44,22 dias, respectivamente. No Massa Bruta, o caso mais emblemático foi o de Nathan Camargo, que passou cerca de 450 dias no departamento médico. Já na Raposa, os períodos mais longos foram os do zagueiro Dedé e do volante Henrique, que acumularam 1.296 e 1.083 dias afastados, respectivamente. Tempo médio de recuperação das lesões de cada time entre 2016 e 2025 Time Lesões Média de dias no DM Vasco 242 49,79 Bragantino 254 44,37 Cruzeiro 337 44,22 Chapecoense 244 43,89 Botafogo 428 40,99 Coritiba 243 40,50 Atlético-MG 350 40,08 Fluminense 387 39,94 Santos 371 38,28 Athletico-PR 359 38,16 Bahia 294 37,61 São Paulo 483 37,17 Grêmio 457 37,16 Ceará 219 36,48 Internacional 414 35,47 Sport 219 33,84 Palmeiras 310 32,59 Vitória 219 32,16 Flamengo 331 31,84 Corinthians 431 31,42 Fonte: Gato Mestre* deslize para ver o conteúdo Recordistas de permanência no DM Um dos fatores que mais encurtam a carreira de um jogador de futebol são as lesões. A depender da gravidade, muitos optam por encerrar precocemente a trajetória no esporte. O alto nível de exigência do futebol brasileiro impõe um desgaste constante ao corpo e, quando ele deixa de responder, a alternativa muitas vezes é pendurar as chuteiras. Há, porém, quem persevere e busque a redenção após longos períodos afastado dos gramados, ainda que nem sempre no clube onde passou pelo tratamento. No Corinthians, o jovem Ruan Oliveira é um exemplo extremo. Entre 2020 e 2024, o meia enfrentou uma sequência de lesões no joelho que o manteve afastado por quase 1.400 dias. Nesse intervalo, entrou em campo apenas 32 vezes com a camisa do Timão. Ele lidera a lista de jogadores com maior tempo acumulado de tratamento no departamento médico. Pelo Cuiabá, voltou a ter oportunidades de entrar em campo neste ano. Confira: Jogadores com mais tempo afastado por lesão entre 2016 e 2025 Jogador Time Dias no DM Ruan Oliveira Corinthians 1386 Dedé Cruzeiro 1296 Breno Vasco 1086 Henrique Cruzeiro 1083 Edson Júnior Atlético-GO 1076 Gatito Fernández Botafogo 1057 Vagner Chapecoense 1014 Ramon Vasco 1012 Jackson Bahia e Fortaleza 988 Felipe Fluminense 923 Fonte: Gato Mestre* deslize para ver o conteúdo Quem mais parou no DM O volante Maicon, ex-Grêmio, é o jogador que mais vezes passou pelo departamento médico nos últimos 10 anos do futebol brasileiro: 26, de acordo com a base de dados do ge . Em 2016, por exemplo, ele teve sete entradas no DM. Ao longo do período analisado, a maioria dos seus problemas físicos esteve concentrada na coxa, com 11 ocorrências, e na panturrilha, com outras seis. O atacante Marinho é um caso singular no levantamento. Apesar de praticamente não ter sofrido lesões graves, ele é o segundo atleta com mais registros de contusões de 2016 a 2025. Seu maior período afastado ocorreu entre janeiro e março de 2020, quando fraturou o pé esquerdo e perdeu 11 partidas do Santos naquela temporada. Ao todo, o hoje jogador do Fortaleza acumulou 25 passagens pelo departamento médico. Foram nove pelo próprio Fortaleza, oito pelo Santos, quatro pelo Vitória, três pelo Grêmio e uma pelo Flamengo. 6 de 7 Marinho sente dores na coxa com a camisa do Santos — Foto: Marcos Ribolli Marinho sente dores na coxa com a camisa do Santos — Foto: Marcos Ribolli O terceiro jogador com mais registros de frequência no levantamento é o atacante Pablo, hoje no Sport. Ele parou 24 vezes para tratar algum problema físico em 10 anos. O caso mais grave foi uma cirurgia para retirar um cisto artrossinovial na região lombar da coluna em 2019 pelo São Paulo. Ele ficou 73 dias fora de combate. Ao lado dele, o lateral Mayke também foi para o estaleiro 24 vezes no período. Com uma lesão a menos, o zagueiro Rodrigo Caio também enfrentou uma série de problemas físicos na carreira e teve 23 contusões entre 2016 e 2024. A maioria na coxa (9) e no joelho (8). Ao todo, ficou fora de combate por 777 dias. Jogadores com mais idas ao DM de 2016 a 2025 Jogador Time(s) Lesões desde 2016 Maicon Grêmio 26 Marinho Flamengo, Fortaleza, Grêmio, Santos e Vitória 25 Pablo Athletico-PR, São Paulo e Sport 24 Mayke Cruzeiro, Palmeiras e Santos 24 Rodrigo Caio Flamengo, Grêmio e Santos 23 Manoel Corinthians, Cruzeiro e Fluminense 21 Bruno Henrique Flamengo e Santos 20 Tinga Fortaleza 20 Bruno Pacheco Atlético-GO, Ceará, Chapecoense e Fortaleza 20 Robinho Coritiba, Cruzeiro e Grêmio 20 Fonte: Gato Mestre* deslize para ver o conteúdo Mapa das lesões Em 10 anos de levantamento de lesões, a coxa foi o músculo que mais afastou atletas da elite do futebol ao longo da temporada. Especialistas em medicina esportiva explicam que o alto índice está diretamente ligado à exigência desse grupamento muscular no jogo: a coxa é constantemente sobrecarregada em ações de alta intensidade, como arrancadas em velocidade, mudanças bruscas de direção e finalizações. Ao todo, foram 3.585 problemas musculares na coxa entre 2016 e 2025. As contusões no joelho aparecem em segundo lugar: 1.290 casos. Lesões no tornozelo (875) e panturrilha (498) também foram destaques no período. Veja o infográfico detalhado abaixo: 7 de 7 Veja onde é mais comum as lesões no corpo de um jogador de futebol — Foto: Infoesporte Veja onde é mais comum as lesões no corpo de um jogador de futebol — Foto: Infoesporte Na imagem acima, a contabilização total dá 8.101 baixas. Isso porque foram registrados vários casos de atletas com lesões simultâneas em mais de uma parte do corpo, mas a contagem é de apenas um caso clínico. OBS: das 8.090 baixas médicas, 423 (5%) não tiveram o local do corpo detalhado pelo clube. Ou seja, foi apenas informado a entrada do jogador no departamento médico, mas sem a especificação de qual a parte do corpo foi afetada e o grau do problema clínico. Outras curiosidades Times com mais lesões em uma única temporada: Chapecoense (2019): 69 contusões Botafogo (2022): 66 contusões Athletico-PR (2016): 65 contusões Grêmio (2018): 64 contusões Corinthians (2022): 64 contusões Avaí (2022): 62 contusões Grêmio (2017): 61 contusões Coritiba (2017): 59 contusões São Paulo (2016): 58 contusões Paraná (2018): 57 contusões Times com menos lesões em uma única temporada: Atlético-GO (2020): 16 contusões Atlético-MG (2018): 17 contusões Athletico-PR (2021): 18 contusões Santos (2019): 18 contusões Vasco (2024): 18 contusões Atlético-MG (2020): 19 contusões Bahia (2021): 19 contusões Juventude (2021): 19 contusões Cuiabá (2023): 20 contusões Critérios e Metodologia As informações levantadas para esta pesquisa foram retiradas nos sites oficiais de todos os clubes e apuradas junto aos setoristas do ge no dia a dia. Foram consideradas todas as equipes da Série A de 2016 a 2025 além de alguns casos de times na Série B no período. Ao todo, foram 34 times com pelo menos uma temporada de contusões analisada: América-MG, Athletico-PR, Atlético-GO, Atlético-MG, Avaí, Bahia, Botafogo, Bragantino, Ceará, Chapecoense, Corinthians, Coritiba, Criciúma, Cruzeiro, CSA, Cuiabá, Figueirense, Flamengo, Fluminense , Fortaleza, Goiás , Grêmio, Internacional, Juventude, Mirassol , Palmeiras, Paraná, Ponte Preta, Santa Cruz , Santos, São Paulo, Sport, Vasco e Vitória. O recorte temporal deste levantamento foi de 01 de janeiro de 2016 até a data da publicação desta matéria: 26 de dezembro de 2025. Todas as baixas médicas sofridas pelos jogadores fora desse universo temporal não entraram na pesquisa. O critério para inclusão de um atleta no levantamento foi o veto pelo departamento médico de pelo menos uma partida oficial por motivo clínico. Todos os problemas médicos que impediram a escalação do jogador na equipe para a partida seguinte foram computados no levantamento. Jogadores poupados e com desgaste físico não entraram na conta assim como problemas fisiológicos. *Gato Mestre é formado pelos jornalistas Agnes Rigas, Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Matheus Guimarães, Millena Paes Leme (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.