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Futebol Gabriel Sá: 'Raphinha precisa de um choque de realidade e ir para o banco' Do UOL, em São Paulo 19/06/2026 01h30 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Raphinha deveria ir para o banco após uma atuação ruim, e a Seleção Brasileira precisa tratar o jogo como obrigação de vencer, avaliou Gabriel Sá no Fim de Papo , do Canal UOL. Na análise do comentarista, o Brasil de Carlo Ancelotti pode mexer pouco para encarar um Haiti "extremamente físico" na Copa do Mundo 2026, mas não pode aceitar tropeço depois do que ele chamou de "vacilo" contra Marrocos. Eu falei na última live aqui, e acho que é algo impopular, mas eu não entraria em campo com a ponta direita com o nosso querido Raphinha, que fez um jogo muito ruim também. Acho que ele precisou tomar um choque de mundo real na Copa do Mundo, talvez, e eu levaria ele para o banco de reservas, mas essas mudanças vão ser poucas, imagino, do Carlos Ancelotti para esse jogo. Gabriel Sá Juca Kfouri A triste goleada do Canadá sobre o Qatar Narrativas em Disputa Caso Master vira munição contra Lula nas redes Josias de Souza Wagner enfia espinho do Master no pé de Lula Mauro Cezar O que fará o Haiti frente ao Brasil? Gabriel Sá disse que o Haiti chega organizado e forte fisicamente, o que exige do Brasil intensidade e atenção para não transformar o jogo em "duelo de força". Para ele, o resultado tem que vir com desempenho. A seleção de Haiti, primeiramente, é uma seleção extremamente física, organizada, fez um jogo duro ante a Escócia. Não tem como a gente olhar para esse jogo e achar tolerável o empate, uma derrota, tem que vencer e tem que vencer bem a Seleção Brasileira nessa Copa do Mundo. Gabriel Sá O comentarista também projetou mudanças pontuais de Ancelotti, com alternativas no ataque e ajustes na defesa, mas indicou que não espera uma revolução na escalação. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Acho que ele vai de Matheus Cunha possivelmente. [...] E aí ele pode mexer na zaga, na direita, na esquerda, pode pensar em alguma modificação. [...] O que eu faria é ter justamente esse ataque um pouco mais móvel. Gabriel Sá Julio Gomes, que acompanhou o Haiti em Miami antes da estreia, reforçou que o adversário tem jogadores acostumados ao alto nível e merece respeito, embora veja fragilidades defensivas que podem abrir caminho para um placar elástico. É um time que tem dois jogadores titulares de Premier League no ataque, o Isidor e o Belegarde. [...] Acho que são jogadores que merecem respeito. Jogadores rápidos, fortes. [...] Para mim a chave aí é a seguinte: o Haiti é uma seleção que se toma o gol, se o Brasil faz um gol aos 30 minutos do primeiro tempo, aí eu acho que vira goleada o jogo. Eles vão ter dificuldade para buscar um resultado e se expõem muito na defesa. Julio Gomes Continua após a publicidade Relacionadas Mattos: 'Endrick volta muito para buscar jogo e Ancelotti não quer isso' Técnico do Haiti comemora Neymar fora: 'Já venci o Brasil sem ele' Julio Gomes: 'O haitiano gosta mais do Brasil que o brasileiro' Rodrigo Mattos concordou que, no recorte internacional, o Haiti chega mais "experimentado" do que algumas seleções pequenas que já apareceram no torneio, o que aumenta a responsabilidade brasileira de controlar o jogo desde o início. O Cabo Verde tem menos jogadores experimentados no cenário internacional do que o Haiti. Rodrigo Mattos Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Resumo da novela 'Quem Ama Cuida' da semana: capítulos de 19/6 a 27/06 Meia do Canadá quebra a perna após dividida em jogo contra o Qatar; veja 'Foi lamentável', diz técnico da Coreia do Sul sobre falha de goleiro México 1 x 0 Coreia do Sul | Melhores Momentos | Copa 2026 Fratura de Koné entra para a lista de lesões chocantes em Copas: relembre