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Futebol Fla rejeita troca imediata, mas tem data para selar futuro de Jardim e Boto Bruno Braz Do UOL, no Rio de Janeiro 24/10/2026 05h30 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Mesmo com o baque da eliminação na Libertadores para o Estudiantes na última quinta-feira, a diretoria do Flamengo não pretende demitir Leonardo Jardim por agora. O UOL apurou que a definição é esperar o término da temporada para realizar uma avaliação do trabalho da comissão técnica, que tem contrato até dezembro de 2027. Há uma insatisfação por parte de alguns jogadores com relação à metodologia do treinador e a condução de situações como escolha de titulares e funções em campo. Ao mesmo tempo, há um consenso de que alguns atletas subiram de produção sob suas mãos, casos, principalmente, de Samuel Lino e Evertton Araújo, que agora está lesionado. Após a eliminação na Libertadores, Jardim chamou a responsabilidade para si: O treinador tem que assumir, porque esse é o nosso papel, e temos que assumir nossas responsabilidades. Eu nunca fugi das minhas responsabilidades e não é agora que vou fazer isso Leonardo Jardim Letícia Casado Caso Ana Clara: campanha acha que Flávio foi bem João Paulo Charleaux Lula foi melhor que Flávio em dois blocos do debate A Hora Abstenção menor não garante virada de Lula Paulo Camargo Ganhar a eleição é uma coisa. Liderar o país é outra Contrato de Boto termina em dezembro Dentro deste contexto de balanço, a situação do diretor de futebol, José Boto, também será avaliada. O dirigente tem contrato somente até o fim de 2026 e, em outras ocasiões, não negou o desejo de um dia retornar para a Europa. Classificação e jogos Brasileirão Assim como seu conterrâneo treinador, ele também tem sido questionado, principalmente pelo desempenho na última janela de transferências, quando não conseguiu contratar Thiago Almada, que foi para o River Plate, e trouxe apenas os jovens Freitas e Valencia, considerados apostas. Entre os jogadores, Boto também está longe de ser uma unanimidade. A principal insatisfação é com a forma como ele conduz as renovações. Houve desgaste com Arrascaeta e Pulgar, e o mesmo acontece com alguns do que ainda não renovaram, como Pedro, Léo Pereira e Rossi. As reclamações são de que o português costuma levar as conversas em "banho-maria", sem posicionamentos mais concretos. Em clima de ressaca, o Flamengo agora junta os cacos para a partida desta segunda-feira, contra o Atlético-MG, às 20h30, no Maracanã, onde tenta manter a liderança do Campeonato Brasileiro. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora O que o segundo mandato de Trump indica sobre eventual governo Flávio Kim Kataguiri: Flávio não terá 'carta branca' na Câmara se vencer eleição Quem são os cotados para ministérios, caso Flávio Bolsonaro seja eleito João Pessoa embarga obras de mega condomínio na praia após MPF citar riscos 'Lambe botas' e 'nove dedos': mídia internacional destaca falas do último debate presidencial