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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte A estreia do Brasil está chegando, e a ansiedade já atinge todos Walter Casagrande Jr. Colunista do UOL 11/06/2026 21h11 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Cheguei ao território americano bem cedo pela manhã e a entrada foi tranquila. Peguei uma funcionária muito bem-humorada, de fácil comunicação e claramente torcedora do New York Knicks. A vitória espetacular dos Knicks facilitou a minha chegada porque todo mundo que trabalha no aeroporto JFK estava rindo à toa. Como sempre faço em Copas do Mundo, assim que chego, vou direto ao estádio fazer a minha credencial. No entanto, eu estava em Nova York e havia dois locais para fazer o credenciamento. Um em Manhattan e outro no MetLife Stadium, estádio do New York Giants. Como meu hotel é em Nova Jersey, fui direto para lá, mesmo com o tremendo cansaço da viagem. Fiz meu credenciamento e, antes das 10h, estava oficialmente cobrindo a Copa do Mundo de 2026. Amanhã vou acompanhar o meu primeiro treino da seleção brasileira — apenas para não ver quase nada, porque só liberam 15 minutos e ninguém faz nada de interessante nesse tempo. Mas, como é véspera da estreia do Brasil, a coletiva será do técnico Carlo Ancelotti e do atacante Vinicius Jr. Em todas as Copas, a coletiva de que mais gosto é a da véspera do jogo, porque os personagens revelam o seu lado emocional, principalmente antes da estreia. Thiago Arantes Copa começou com 2 jogos ruins. E será assim mesmo José Fucs A narrativa de que Trump ameaça o Pix não é real Daniela Lima Alcolumbre sinaliza destravar análise da 6x1 Aline Sordili Anthropic monta rede de distribuição para o Claude Imagino que a ansiedade esteja altíssima, porque não temos um time titular e, apesar de todo o envolvimento dos torcedores, não chegamos como favoritos. Estamos há 24 anos sem ganhar uma Copa do Mundo; o último título da seleção brasileira foi a Copa América de 2019, disputada no Brasil. A tensão será mais alta do que há quatro anos, no Qatar, porque ali, apesar de já estarmos em descrédito no futebol mundial, ainda havia um mínimo de respeito, que foi se perdendo de 2022 para cá com tudo o que aconteceu em campo e também nos bastidores da CBF. Os anos de 2023, 2024 e 2025 foram terríveis para o nosso futebol de seleção. Terminamos o ano com mais derrotas do que vitórias após várias décadas. Tivemos três técnicos interinos e fomos derrotados com direito a "olé" pelos argentinos. Fizemos uma péssima Eliminatória. Para se ter uma ideia, o Equador começou com três pontos negativos e terminou à nossa frente com vantagem. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Mas agora é Copa do Mundo e, pela primeira vez, olhamos para a seleção brasileira e dizemos: "Nesta Copa, tudo pode acontecer". Ou seja, podemos surpreender e chegar à final com chances de título, mas também podemos fazer a pior Copa de nossas vidas, porque não temos a mínima ideia do nosso potencial coletivo. Também estou ansioso pela estreia do Brasil devido a essa dúvida. Por enquanto, estou no início da adaptação. Cheguei hoje e tudo é novo para mim, enquanto a maioria já está familiarizada com a rotina. Muitos já se sentem em casa. O importante, no entanto, é ter uma equipe competente e que trabalhe em grupo, como a do UOL . Agora é focar no trabalho a partir de amanhã. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Casagrande por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Irã diz que não tomou decisão sobre acordo iminente anunciado por Trump Copa começa nos EUA sem ICE nos estádios, mas com drones e scanner corporal A narrativa de que Trump ameaça o Pix não resiste à realidade Chevrolet Sonic 2027 mostra qualidades, mas não consegue esconder origem Seleção aposta em base que mais perdeu Copas para evitar o maior jejum