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Análise dos Times

Motivo: O texto descreve o City como 'chegando' e com forte potencial para conquistar o título, com bom desempenho em campo.

Viés da Menção (Score: 0.5)

Arsenal

Principal

Motivo: A narrativa sugere que o Arsenal está 'indo embora' e perdendo fôlego, com algumas falhas individuais mencionadas, apesar do esforço.

Viés da Menção (Score: -0.3)

Palavras-Chave

Entidades Principais

arsenal gabriel magalhaes manchester city havertz donnarumma campeonato ingles haaland raya cherki

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem O City chegou e o Arsenal está indo embora Juca Kfouri Colunista do UOL 19/04/2026 14h25 Deixe seu comentário Saliba e Haaland em ação durante jogo entre Manchester City e Arsenal pelo Campeonato Inglês Imagem: David Price/Arsenal FC via Getty Images Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Tomara que os 663 jogadores inscritos para disputar a Série A do Campeonato Brasileiro tenham visto City x Arsenal nesta tarde em nosso horário. Que os 20 treinadores também. Para verem o que é profissionalismo, respeito ao torcedor. Sakamoto O celular é maior delator do Brasil Michelle Prazeres Adolescentes tristes, aceleração e tecnologia Diogo Cortiz IA leva 10 minutos para enfraquecer seu raciocínio Ruy Castro Como se lê o kkkkkkk em Portugal O Arsenal líder, seis pontos, com um jogo a mais, à frente dos donos da casa. A derrota permitiria ao City, com vitória no jogo que tem a menos, empatar na tábua de classificação e partir para conquistar seu sétimo título nos últimos nove anos e manter o jejum do rival para 23 temporadas. Nem por isso os Gunners jogaram pelo empate. Nem por isso o jogo foi truncado, teve cera, faltas em excesso, catimba etc. Na primeira meia-hora apenas quatro infrações, todas cometidas pelo time londrino, nenhuma violenta. Jogo tão corrido que apenas com um minuto de acréscimo na fase inicial, 11 faltas no total, nove finalizações, quatro certeiras, um cartão amarelo. Continua após a publicidade Sim, nervos à flor da pele, dado o caráter decisivo do clássico. Tanto que aos 3 minutos o goleiro Raya bobeou e Haaland, ao dividir a bola com ele, quase abriu o marcador, o que só não aconteceu dois minutos depois porque o chute de Cherki foi desviado pelo ombro de Gabriel Magalhães e acabou na trave. Nem por isso o Arsenal deixou de levar perigo, principalmente em escanteios sucessivos até que, aos 15, o francês Cherki fez um salseiro na área vermelha e pôs os azuis na frente: 1 a 0. Era para paralisar de medo o Arsenal que há três anos bate na trave na Premier League. Mas Donnarumma fez a mesma lambança de Raya e, aos 17, foi desarmado por Havertz e o 1 a 1 gelou o estádio em Manchester. O equilíbrio se estabeleceu, os Citizens foram um pouco mais perigosos, mas o empate desastroso para os anfitriões, e generoso para os visitantes, permaneceu. Continua após a publicidade O espanhol Raya escapou de ser o vilão como o italiano Donnarumma. Porque errar, erra-se feio, lá e cá, mas, invariavelmente, acerta-se na atitude. Começado o segundo tempo, de cara, Haaland atingiu o travessão. Que jogo! O Tubarão voltou de bocarra aberta em busca de engolir o líder e fazia Raya trabalhar. O líder, porém, é indigesto, resistia e ameaçava nos contra-ataques, já com Martinelli vindo do banco no intervalo. Continua após a publicidade Aos 59, o goleiro italiano impediu a virada, exatamente em contra-ataque mortal concluído por Havertz e, aos 60, foi a trave que a evitou em chute de Zezé. Que jogo! Até que, aos 65, o goleador norueguês apareceu. Donnarumma saiu jogando, com as mãos, rapidamente, e bela trama entre Doku e OReilly culminou com o 2 a 1 dos pés de Haaland. Em seguida, Gabriel Magalhães rasgou a manga da camisa de Haaland e não diga que tinha de ser um brasileiro porque para o nível de competitividade em que estava a partida, até que saiu barato. Nada estava decidido. Continua após a publicidade Aos 72, Gabriel Magalhães cabeceou, a bola desviou nas costas de OReilly e acabou na trave, de novo! Era o empate. Trossard e Ben White nos lugares de Eze e Mosquera, aos 73. Gyökeres, o goleador sueco, foi chamado por Arteta aos 80, porque era hora do tudo ou nada, com máscara ou sem máscara. Saiu Zubimendi, quatro atacantes no Gunners. Dois minutos depois, aí sim, Gabriel Magalhães e Haaland se desentenderam feio e foram amarelados. Cherki saiu e Foden entrou. Savinho entrou e Rodri saiu. Nico González chegou e Doku foi embora. Continua após a publicidade Como o Arsenal está se despedindo e City chegando ao título, aparentemente. Sete minutos de acréscimos para o jogo que não deveria acabar. O City está três pontos atrás e um gol de saldo a menos. Se vencer o jogo que tem a menos, no mínimo, empata no saldo. E é acostumado a ganhar taças. A pressão final do Arsenal foi de matar e Havertz não empatou de cabeça, aos 95, porque Deus não quis. Será que o pessoal do Brasileirão viu? Continua após a publicidade Senhoras e senhores, eu sei o que é sofrer 22 anos sem gritar é campeão. É fogo no boné do guarda, como diz Osmar Santos, a melhor narração do título de 1977. "Pânico nas ruas de Londres", uma faixa enorme foi aberta no estádio. Donnarumma se redimiu com um milagre e por ter iniciado a jogada do segundo gol. O Arsenal não teve vilões, além de si mesmo. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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