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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Memphis marca como Pelé e Gabriéis empatam o clássico na Vila Juca Kfouri Colunista do UOL 15/03/2026 18h07 Deixe seu comentário Disputa entre Gabriel Paulista e Neymar em Santos e Corinthians Imagem: Jota Erre/AGIF Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O Hino Nacional ecoou pela lotada Vila Belmiro afora, como sempre. As crianças que estavam como mascotes santistas faziam o sinal arreliante com que Neymar comemora gols. O atacante mascava chiclete com a mão no peito, em sinal de respeito. Juca Kfouri Memphis marca como Pelé, e Gabriéis empatam na Vila PVC Será que atuação de Neymar o levará à seleção? Nelson de Sá China soma vitórias com guerra do Irã Joildo Santos O Brasil que as marcas ignoram A lei que banaliza, e desrespeita, o Hino segue em vigor pelo país afora. Uma beleza! O Santos partiu para cima e finalizou rente à trave, com Oliva, antes do 40° segundo. No 79º clássico, 27 vitórias corintianas, 26 santistas e 25 empates, 94 a 93 em gols para os paulistanos. Em 16 minutos, quatro escanteios cobrados por Neymar. No quarto, o Corinthians saiu em contra-ataque, André lançou Kaio César que esticou para Memphis entrar na área, driblar dois zagueiros ao mesmo tempo e fazer um golaço, daqueles que o Rei Pelé assinaria. Primeiro gol do holandês em 2026. Continua após a publicidade Não demoraria muito para o Santos empatar. Gabriel Paulista escorregou no meio de campo, a bola ricocheteou em Neymar e sobrou para Gabigol partir em desabalada carreira para empatar 1 a 1. Era mais justo pelo andamento do clássico. O jogo era bom mais pela atuação do Santos, insinuante, leve, embora com o pecado de pouco finalizar. Neymar ameaçava, ameaçava e ameaçava, mas ficava na ameaça. Aos 35, sob os olhos de Taffarel, Brazão fez grande defesa em cabeçada de Gustavo Henrique. Continua após a publicidade Kaio César estreava como titular e se revelava boa opção para os raros ataques corintianos. E foi ele quem obrigou Brazão a fazer nova ótima defesa, aos 41, para evitar o 2 a 1 dos visitantes. Se Taffarel foi ver os dois goleiros, via Brazão melhor que Hugo Souza, que concedeu dois escanteios em bolas que iriam para fora e saiu uma vez com os pés muito mal. No frigir dos ovos dos 50 minutos iniciais o Santos foi dominante e o Corinthians mais perigoso. Entre Neymar e Memphis o holandês levava vantagem. Diferentemente do primeiro tempo, o segundo começou excessivamente truncado, com faltas seguidas. Continua após a publicidade Toda expectativa que as posses de bola despertavam no primeiro tempo se transformaram em monotonia no segundo, aquela coisa do medo de perder que tira a vontade de vencer. Rodrigo Garro e Kayke nos lugares de André e Kaio César, aos 18. Uma animada resenha juntou Neymar e Memphis com Garro, Raniele e Gabigol no meio de campo enquanto Bontempo era atendido no gramado e trocado por Willian Arão, Parecia amistoso, tantos foram os sorrisos. Neymar entrava em modo de prejudicar o time ao errar passes fáceis e Vinicius Lira e Thaciano foram para o jogo nos lugares de Barreal e Gabigol, aos 26. O sol se foi, o Corinthians começou a tomar conta no belo, para ver, gramado esburacado da Vila. Gabriel Menino e Rollheiser substituíram Oliva e Gustavo Henrique. Continua após a publicidade Carrillo saiu e Allan entrou, aos 33. O clássico caía mais que a noite em Santos e o Peixe abria a caixa de ferramentas para parar o ataque do rival. Luan Peres acabou por tomar dois amarelos em seguida e saiu expulso do jogo aos 42. A blitz corintiana permitia esperar o 2 a 1 e Dorival Júnior pôs o grandalhão Pedro Raul no lugar de Raniele para jogar os 8 minutos de acréscimos. Vinicius Lira se machucou e deixou o Santos, em prantos, com nove. Aos 49, Gustavo Henrique derrubou Neymar perto da área e a cobrança preocupou a Fiel, aos 51, mas a cobrança foi bizarra, rasteira, para fora. Continua após a publicidade O Santos fez a cera que pôde para os acréscimos passarem rapidamente e o Corinthians não se aproveitou dos dois jogadores a mais até que Kayke foi derrubado por Rony na entrada da área. Era hora de Memphis. Mas também não foi. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Onde vai passar Palmeiras x Mirassol pelo Brasileirão? Como assistir ao vivo Bahia vence mais uma fora de casa, entra no G4 e afunda Inter na crise Corinthians abre negociações pra contratar Arthur Cabral, do Botafogo MG: Influencer do MBL e pré-candidato agride e apanha de gerente de loja De virada, Sabalenka dá o troco, vence Rybakina e é campeã em Indian Wells