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Esporte Futebol Copa do Mundo Deschamps minimiza caso Mbappé e evita polêmicas sobre arbitragem da Copa Do UOL, em São Paulo 08/07/2026 12h28 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O técnico Didier Deschamps, da França, comentou o caso envolvendo Kylian Mbappé e uma senadora paraguaia e defendeu o trabalho feito pelas equipes de arbitragem na atual edição da Copa do Mundo. O que aconteceu Deschamps afirmou que Mbappé "focado no jogo" contra Marrocos pelas quartas de final da Copa do Mundo. A partida acontece amanhã, às 17h (de Brasília), em Boston (EUA). Kylian está bem mentalmente. Aconteceu algo que eu não quero relembrar. Ele é um cara muito forte na cabeça. Ele está focado no jogo de amanhã, que será difícil porque são dois times de qualidade. Kylian é bom, assim como todo o grupo. Ele está pronto para amanhã . Didier Deschamps, técnico da França Juca Kfouri O VAR seletivo e a proteção à Argentina PVC Fifa abriu a porta do inferno com o caso Balogun João Paulo Charleaux Flávio calcula errado, e estratégia sai pela culatra José Paulo Kupfer FMI está mais otimista com o Brasil que os brasileiros Mbappé foi alvo de declarações racistas por parte da senadora Celeste Amarilla. Ela afirmou, em postagem no X, que "esse bruto nem aprendeu a escrever. Em vez de leite materno, mamou em cocos, e os seres mais instruídos que ouviu foram chimpanzés". Mbappé rebateu a senadora e a chamou de "senhora desprezível". Em seu perfil no X, o atacante da seleção francesa afirmou que Amarilla "projeta a pior imagem possível" do Paraguai, após o país demonstrar "paixão e honra" em campanha histórica no Mundial. E a arbitragem? O treinador mostrou confiança na arbitragem, que será 100% argentina e terá Facundo Tello como árbitro principal . A decisão repercutiu negativamente, sobretudo com reclamações de torcedores nas redes sociais, devido à rivalidade direta entre franceses e argentinos na briga pelo título — as duas seleções decidiram a última edição do torneio, em 2022, no Qatar. A escolha da Fifa ocorre após a escalação do francês François Letexier no jogo de hoje entre Argentina e Egito ter sido alvo de críticas, especialmente por parte da imprensa do país sul-americano. Em uma virada marcante, os argentinos venceram por 3 a 2, em uma partida na qual os africanos contestaram a arbitragem. Você pode se fazer algumas perguntas, os árbitros foram escolhidos, é algo que está fora do nosso controle. Eu confio na arbitragem e e espero que Tello se seus assistentes sejam tão bons quanto os que apitaram o jogo anterior. Algumas decisões da arbitragem levam a discussões, mas depende da opinião de cada um. Nosso adversário é o Marrocos e não a arbitragem. Eles estão lá para aplicar de forma justa as regras do jogo. Didier Deschamps Continua após a publicidade Relacionadas Federação Francesa pede à Fifa que cartão amarelo a Olise na Copa seja anulado Zagueiro diz que Mbappé está focado na Copa, e cobra punição a senadora Copa de 2026 põe trio entre maiores artilheiros em uma mesma edição; veja Cartão de Olise Deschamps disse que a Fifa comunicou hoje à França que o cartão amarelo foi mantido. Federação Francesa de Futebol (FFF) havia solicitado a anulação do cartão que o camisa 11 recebeu na vitória por 1 a 0 sobre o Paraguai. O cartão amarelo não mudou. Recebemos uma notificação da Fifa esta manhã. Didier Deschamps Caso Olise receba outra advertência amanhã, ele ficará suspenso de uma eventual semifinal. Bradley Barcola e Manu Koné, que também foram advertidos contra o Paraguai, correm o mesmo risco de suspensão. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Deolane escolheu dividir cela por sofrer de síndrome do pânico, diz MP-SP Mudas de costela-de-adão serão fiscalizadas pelo governo; entenda regras Irã relata explosões no sul do país; EUA confirmam ataque Arsenal prepara oferta final de meio bilhão de reais por Bruno Guimarães Renan Santos rebate Flávio Bolsonaro: 'É especialista em defender inimigos'