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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Nem Neymar tira o zero do placar em três jogos da Copa do Brasil Juca Kfouri Colunista do UOL 01/08/2026 23h01 Deixe seu comentário Neymar durante partida contra o Remo Imagem: Mauricio De Souza/Mauricio De Souza/AGIF Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× No Maracanã, 36 mil torcedores viram o Fluminense desperdiçar duas chances claras de gol com Canobbio e John Kennedy, uma em cada tempo, e Tchê Tchê desperdiçar outra, a única do Vasco, que chutou a primeira bola ao gol só no primeiro minuto do segundo tempo. O 0 a 0 frustrou quem foi ver o truncado jogo de ida do mata-mata das oitavas de final da Copa do Brasil. No Terreirão do Galo, 37 mil torcedores e o mesmo paupérrimo 0 a 0 entre Atlético Mineiro e Juventude. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Emoção mesmo só com uma bola na trave de cada lado. A do Galo com o requinte de furada de Cassierra no rebote, no segundo tempo, em cobrança de Igor Gomes, e a dos gaúchos em chute de Alisson Safira, no primeiro. Restava o jogo na Vila Belmiro, com quase 13 mil torcedores, e nele também as traves foram protagonistas, as do Santos e as do Remo. Se no Rio não tinha visitante, em Belo Horizonte e em Santos tinha, e tanto Juventude quanto Remo saíram bem para os jogos de volta. Sim, porque o Remo resistiu ao maior volume santista, ameaçou algumas vezes e segurou o terceiro 0 a 0 da noite. A marca registrada dos três primeiros jogos das oitavas da Copa do Brasil foi exatamente a mesma das duas rodadas da volta do Campeonato Brasileiro: mediocridade técnica. Continua após a publicidade Se é porque estão quase todos de volta de férias saberemos nas próximas semanas, mas que está ruim de ver futebol no Brasil é indiscutível. Neymar participou bastante do jogo na Vila, fez cobranças perigosas de faltas e escanteios, mas deixou claro novamente que a cabeça pensa coisas que o corpo não faz mais — e que qualquer um toma a bola dele quando em movimento. O menino Ney, que virou velho rabugento, levou cartão amarelo no fim do jogo como virou tradicional. Mais de 85 mil torcedores em três estádios saíram bravos pelo que viram. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Qual exercício ajuda a aliviar gases e 'destravar' o intestino mais rápido? Gretchen defende novo nariz de Simone após críticas: ?Está lindo? TSE aceita abrir ação de Flávio contra Lula por desfile no Carnaval do Rio Cúpula do Master citou advogada que recebeu R$ 33 mi como 'sócia' de Gilmar Lula diz que quer ganhar eleições para manter Jair Bolsonaro preso