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Foi um dia em que o ritmo da bola combinou com a ansiedade da nação: Carlo Ancelotti abriu o caderno de possibilidades da Seleção Brasileira e, com a serenidade de quem sabe que já está na linha de chegada, indicou que entre 17 e 18 nomes já caminham com um pé na Copa do Mundo de 2026, num roteiro que pode chegar ao elenco final de 26 jogadores. O bastidor em seu tom grave e confiante traçou o mapa para as próximas semanas, um dia de pistas que alimentou a torcida e o debate [ ]. No gol, a dúvida não é de quem vai treinar, mas de quem veste a luva: Alisson Becker segue como referência, mesmo afastado por lesão, enquanto Ederson e Bento brigam pelas duas vagas restantes, com a experiência de Ederson e a regularidade de Bento mantendo as contas em equilíbrio, segundo as leituras da Data Fifa e das entrevistas de bastidores [ ]. No flanco esquerdo, o técnico abre espaço para dúvidas e intenções: Alex Sandro e Douglas Santos aparecem como favoritos, mas Caio Henrique e Luciano Juba ganharam testes, enquanto Paulo Henrique, da Vasco, entra no time de observação; a ideia é testar para não errar no dia da lista final, num exercício de paciência que o treinador descreveu como necessário [ ]. Entre as linhas da defesa, Militão, Gabriel Magalhães e Marquinhos aparecem como nomes certos, com o quarto elemento ainda na balança: Alexsandro Ribeiro, do Lille, que agradou após retorno de lesão, enquanto Danilo aparece como peça versátil que pode cobrir várias posições, uma visão defendida pelo próprio Ancelotti [ ]. Já no meio-campo, Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá são apresentados como pilares; Andrey Santos surge com caminho bem pavimentado para a Copa, enquanto Fabinho, Gerson e Andreas Pereira disputam espaço, em um quebra-cabeça onde equilíbrio e intensidade convivem com a leitura tática do treinador [ ]. No ataque, o quarteto de entradas já funciona como referência: Vini Jr., Rodrygo, Raphinha, Matheus Cunha e Estêvão já possuem posição consolidada em diferentes cenários; Gabriel Martinelli, Luiz Henrique e João Pedro aparecem como alternativas confiáveis, mas Neymar não é visto como indispensável, exigindo boa sequência de jogos, condição física e técnica para entrar no time; a disputa pela nona vaga permanece aberta e viva no cotidiano da preparação [ ]. No conjunto, parece claro que a ideia é chegar aos 26 antes da Data Fifa e não agir com uma pré-lista Avançada, deixando o mistério e o planejamento em cena — uma balança entre lucidez técnica e expectativa de torcida, que transforma cada treino em palco de decisões e cada entrevista em pista de bastidores [ ].