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Só para assinantes Assine UOL Reportagem França castiga o antijogo paraguaio; e ainda bem Juca Kfouri Colunista do UOL 04/07/2026 20h04 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O Paraguai não queria jogar e não queria que a França jogasse. Resultado: não houve jogo no primeiro tempo. Se fosse como no basquete, esporte que exige que se passe de uma meia quadra à outra em oito segundos, isso não aconteceria. PVC Por que Martinelli deve ser titular contra a Noruega Mauro Cezar França bate Paraguai que, eliminado, se liberta da bola Casagrande França faz bem ao futebol ao eliminar o Paraguai Josias de Souza Moraes foi de xerife a irmão em Cristo de Michelle Ou seja, a exigência de que se passe ao ataque. É claro que no futebol teria que ser diferente do basquete, mas poderia existir algo nesse sentido, segundo pensa nosso Walter Casagrande Júnior, indignado com os paraguaios. A França dominava, não conseguia furar a defesa, finalizava mal de fora da área, e não corria nem o risco de correr risco. Assine UOL e ganhe acesso a conteúdos exclusivos + uma camiseta da loja de UOL Esporte para torcer na Copa. O jogo chegava aos 60 minutos, nada de gols, e a França rememorava o sofrimento de 28 anos atrás, quando só derrotou o Paraguai quando faltavam seis minutos para terminar a prorrogação, por meio do então em vigor Gol de Ouro, na verdade uma maldade que, felizmente, durou pouco. O Paraguai tinha o goleiro Chilavert, o lateral Arce e o zagueiro Gamarra, que passou a Copa toda sem fazer uma falta sequer. Aos 60, Doué entrou no lugar de Barcola e, quatro minutos depois, entrou costurando na área paraguaia para sofrer pênalti que Mbappé cobrou, fez 1 a 0 — e ficou a um gol de Lionel Messi na corrida por ser o maior goleador das Copas. Continua após a publicidade Entre idas e vindas da intervenção do VAR, aos 70, os paraguaios trataram de botar Maurício e Ávalos para tentar aquilo que tinham desprezado até então: fazer gols, em tese, o objetivo do futebol. O futebol festejava a continuidade na Copa da França que atravessou o Atlântico para jogar bola. Os paraguaios tentavam arrumar confusão, mas os franceses não caiam nas provocações. Como os sul-americanos haviam perdido o cacoete de buscar o gol, não encontraram o mapa na hora em que precisaram. Bem feito! E Mbappé só não marcou novamente porque o Orlando Gill andou pegando bolas imposssiveis. Continua após a publicidade Mbappé gargalhava diante da catimba guarani. Em tempo: nossos narradores erram a pronúncia do nome do excepcional Olise, que embora não tenha o acento deve ser pronunciado como se tivesse o circunflexo no e: Olisê. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Jornal destaca 'mudança' de Endrick na carreira: 'A nova versão assusta' Ibrahimovic elogia franceses diante do Paraguai: 'Teria levado 4 vermelhos' Que horas começa o jogo do Brasil hoje (5)? Horário e onde assistir ao vivo Vício, paixão, alerta: Lyris revira a vida de Ulisses em 'Quem Ama Cuida' Justiça determina penhora de contas de Fontenelle em ação de Giselle Itié