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Análise dos Times

Flamengo

Principal

Motivo: O artigo foca nas reações internas e declarações de dirigentes e jogadores do Flamengo após a conquista, analisando a dinâmica do clube em relação à crise.

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Motivo: Mencionado como adversário na final, sem análise de viés direta sobre o time em si, apenas como parte do evento.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

flamengo fluminense cruzeiro jose boto filipe luís maracanã leonardo jardim luiz eduardo baptista léo ortiz carioca

Conteúdo Original

Futebol Alfinetadas pós-título do Flamengo revelam que crise ainda não foi superada Igor Siqueira Do UOL, no Rio de Janeiro 09/03/2026 05h18 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× "Jardim, tudo bem?" "Quando ganha, está tudo bem". A resposta rápida de Leonardo Jardim na introdução de uma pergunta na entrevista coletiva diz mais a respeito do que o Flamengo quer daqui para frente, após o Carioca, do que realmente do clima no clube depois de uma semana turbulenta. Casagrande 'Paulistinha'? Só perdedor desvaloriza título Mauro Cezar Fla-Flu ruim tem emoção só nos pênaltis Josias de Souza Haddad, o perdedor predileto de Lula em SP Igor Gielow Teocracia do Irã agora veste farda As reações após a vitória nos pênaltis sobre o Fluminense, no Maracanã, ajudam a entender pontos da crise recente e que, pelo cenário, não está completamente cicatrizada. Mesmo com uma taça a mais na sala de troféus da Gávea. A fala do zagueiro Léo Ortiz sobre um trecho do discurso feito internamente pelo diretor de futebol José Boto foi o sintoma mais claro de que a sinergia entre jogadores e o dirigente português ainda está distante. A pergunta que Ortiz respondeu foi sobre o fato de Boto ter dito que o elenco não soube aproveitar a liberdade que o demitido técnico Filipe Luís deu a eles, em termos comportamentais. "Se existia algum problema, por que não foi falado antes? Por que esperou o Filipe Luís para falar para os jogadores? Eu falo tranquilo: o Filipe sempre deu liberdade e foi dessa maneira que ganhamos tudo ano passado. Ou você acredita nessa maneira ou você não acredita. Não pode só acreditar quando ganha. O Filipe sempre deu liberdade, mas nunca deixou de cobrar, do mais novo ao mais velho. Não é à toa tudo o que ele conquistou", disse o zagueiro. O próprio zagueiro admitiu ter ficado triste "pela forma como foi tratado um ídolo do clube". Na outra ponta do gramado do Maracanã, Boto empurrava para o presidente Luiz Eduardo Baptista a responsabilidade de reafirmar ou não que o diretor seguia firme no cargo, diante dos acontecimentos recentes. Sobre os jogadores, o português foi mais direto. Continua após a publicidade "É uma relação de diretor. Não sou amigo dos jogadores, não vou tomar vinho com eles, não vou para a casa deles. É uma relação de respeito e é assim que tem que ser em todos os clubes", disse Boto. 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no E, de fato, se tinha uma coisa que os jornalistas queriam saber de Bap era esse contexto dos bastidores - para além de áudio vazado ou declaração diante do Conselho Deliberativo. Bap, inclusive, acompanhou a disputa de pênaltis do campo, abraçado a Boto e Leonardo Jardim. O presidente tentou fugir de praticamente todas as perguntas relativas a Filipe Luís. Mas não conseguiu. No contexto, Bap colocou a dúvida sobre o futuro de Boto no pacote de "bobagens". "Estou aqui para falar que somos heptatri. Se falou tanta bobagem, tanta tolice esta semana. (...) Eu acho interessante que uma porção de gente que não conhece nada, não está dentro do clube, não ouviu de mim, fica opinando, e 45 milhões de pessoas ficam enlouquecidas com isso. Quando a gente toma a decisão, a gente faz o que tem que fazer e pronto. Hoje, somos heptatri. É isso que importa. Nada mais é relevante do que o Flamengo ser campeão", disse o presidente do Flamengo. Continua após a publicidade E o Flamengo voltou a jogar bem, afinal? Ainda não. Até por isso, Bap e Boto evitaram um discurso de que o título seria uma resposta para referendar a demissão de Filipe Luís. Preferiram jogar para as metas do futuro, olhando Brasileirão e Libertadores. 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no No primeiro jogo pelo Fla, Leonardo Jardim recorreu a uma formação muito parecida à que Filipe Luís adotava. Os ajustes foram finos, como um cuidado maior para não ficar exposto aos contra-ataques do Fluminense. Foi suficiente para não sofrer gols e depender de Rossi e dos cobradores nas penalidades. "Quem trabalha no Flamengo tem que jogar para ganhar. Com certeza quem perde desvaloriza. Quem ganha, valoriza. Ganhar Carioca, ser tri, com a possibilidade de ganhar o quarto no próximo ano é sempre fundamental. Não vamos nos iludir. Temos um percurso ainda pela frente, queremos continuar a trabalhar ainda mais e melhor e organizar uma equipe competente, como foi a do ano passado", disse o treinador. Depois de duas taças perdidas em 2026, veio um Carioca. A próxima chance do Flamengo de mostrar algo diferente dentro e fora de campo é na quarta-feira, no próprio Maracanã, contra o Cruzeiro, agora pelo Brasileirão. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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