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Análise dos Times

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Foi dia de reverência no Fluminense, quando a memória de Preguinho voltou a acender as Laranjeiras. Ele, o gigante multiesporte que gravou o nome tricolor na história, é citado hoje como o oitavo maior artilheiro do Flu, com 128 gols em 174 jogos, e como autor do primeiro gol da Brasil em Copas, numa página que não se apaga. O capítulo mais antigo do seu vínculo com o clube ganhou voz: a estreia no time principal aconteceu em abril de 1925, na final do Torneio Início contra o São Cristóvão, e ele já sagrou-se campeão; no mesmo dia, ainda venceu uma prova de natação na Praia de Botafogo, numa coincidência que parece destino. [fonte 1] ] A história de Preguinho não se limita ao futebol: ele foi multiesporte, atuando em pelo menos nove modalidades, entre natação, remo, basquete, vôlei, polo aquático, saltos ornamentais, atletismo, hóquei sobre patins e tênis de mesa. O retrato que emerge é de um atleta completo, alguém para quem o esporte era evolução, memória e legado — valores que o Flu mantém vivo até hoje [fonte 1]. ] No palco gigante das Copas, Preguinho foi o primeiro capitão da seleção brasileira a marcar em Copas do Mundo, celebrando o feito na derrota para a Iugoslávia, por 2 a 1, em 1930. Além disso, sua capacidade de vencer em outras arenas ajudou a consolidar seu lugar na memória do Flu — ele é citado como segundo maior cestinha da história do basquete do clube, com mais de 700 pontos. O legado ficou registrado em peças e títulos: em 1952 o Fluminense o honrou como Grande Benemérito-Atleta, e há, ainda hoje, um busto dele na sede de Laranjeiras para lembrar o tempo em que o esporte parecia não ter fronteiras [fonte 1]. ] A memória de Preguinho é, hoje, contada com o orgulho de quem sabe que a história pertence a quem a carrega. Waldir Barbosa Junior, coautor do livro sobre o ídolo, e Dhaniel Cohen ajudam a traçar esse retrato: um homem à frente do seu tempo, que falava de fisioterapia, medicina e psicologia no esporte e que, acima de tudo, amava defender o Fluminense. O mito não é apenas passado: é bússola para torcedores e atletas que convivem com essa mesma paixão tricolor [fonte 1]. ]