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Ontem, no reino das promessas que não dormem, o Brasil ficou de fora da seleção sub-23 mais cara do planeta — a tal lista avaliada em 1,1 bilhão de euros, segundo o Transfermarkt. Enquanto o mundo da idade olímpica sonha com 2030, a nossa geração não entra nessa equipe dos sonhos. [fonte 1] . A relação, apurada pela Transfermarkt, não cita Estêvão, Andrey Santos (Chelsea), Endrick (Lyon) nem Rayan (Bournemouth) — reforçando que o Brasil fica fora pela segunda temporada consecutiva do time ideal dos jovens com até 23 anos. O mercado continua valorizando outros nomes, e o Brasil segue fora do radar. [fonte 1] . Entre os brasileiros citados, Murillo, do Nottingham Forest, aparece como o único que entra na lista como suplente direto, com valor estimado de 55 milhões de euros, ocupando o terceiro lugar entre os zagueiros mais caros da faixa etária — uma evidência de que a janela troca permanentes promessas por certezas. [fonte 1] . No topo, a Espanha domina a seleção sub-23 dos mais caros: Lamine Yamal, Pau Cubarsí e Pedri, todos do Barcelona, aparecem na linha de frente junto de Huijsen (Real Madrid) como parte da equipe ideal. E Yamal brilha ainda como o jogador mais valioso da sua posição, estimado em 200 milhões de euros. [fonte 1] . A soma global da lista — a seleção sub-23 mais cara do mundo — está avaliada em 1,1 bilhão de euros, recorde que reforça o domínio espanhol e o passo atrás do Brasil na construção de novas gerações. Quem já não faz parte do recorte, como Vinícius Júnior, já migrou para o time adulto de alto valor no cenário mundial, lembrando que a geografia do talento segue em constante movimento. [fonte 1] . Entre notas de rodapé do calendário de mercado, há quem sugira caminhos diferentes para o Santos enfrentar o Palmeiras — mas isso fica como notícia paralela, não o eixo central desta análise. [fonte 1] .