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Futebol Gerson deixa jogo indignado e engole seco raiva da diretoria do Flamengo Bruno Braz e Igor Siqueira Do UOL, no Rio de Janeiro 12/03/2026 05h30 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O clima no Maracanã foi hostil para Gerson e Marcão, pai e empresário do jogador do Cruzeiro. Em um ambiente de vaias, xingamentos e uma mágoa antiga — e pouco verbalizada —, o jogador deixou o jogo contra o Flamengo indignado. E o motivo foi além da derrota por 2 a 0, pelo Brasileirão. Gerson não deu entrevista, mas, na área em que o ônibus do Cruzeiro estava, foi possível observar o tom da conversa informal que o jogador teve com alguns jornalistas que o acompanharam nos tempos de Flamengo. Josias de Souza A suspeição insuspeita de Toffoli no caso Master Julio Wiziack Caixa ajuda chefe do IBGE em manobra por recursos Casagrande Flamengo está longe de disputar com o Palmeiras Rafael Tonon É a hora de aposentar o menu degustação? "Na hora certa vou soltar mais coisas, vou convidar vocês para falar umas coisas", disse Gerson. O enredo do caso envolve os bastidores de reduzir a multa rescisória para 25 milhões de euros e aceitar a proposta do Zenit, da Rússia, no ano passado. A passagem por lá durou seis meses, e o jogador voltou ao Brasil para defender o Cruzeiro. Esse movimento do ex-capitão teve reação negativa da torcida do Flamengo. Gerson entendeu que no Maracanã estava montado um "circo" para achincalhá-lo no retorno ao lugar onde já foi tão ovacionado. Além das vaias a cada momento que tocava na bola, Gerson foi chamado de mercenário. O jogador foi substituído aos 33 minutos do segundo tempo e, também de forma informal, demonstrou raiva da diretoria do Flamengo. Mas como não deu entrevista, acabou engolindo seco o que viveu. Continua após a publicidade A promessa é expor a versão de forma mais explícita no futuro. Para reforçar seu ponto, o agora cruzeirense chegou a fazer menção à condução da demissão de Filipe Luís feita pelos cartolas rubro-negros — o presidente Luiz Eduardo Baptista e o diretor de futebol José Boto. O constrangimento de Gerson na volta ao Rio envolveu também o pai do jogador, que foi xingado, hostilizado e precisou sair escoltado de um dos setores do Maracanã. Defendido por seguranças e policiais, Marcão se abrigou no camarote em que estava a diretoria do Cruzeiro. Na vinda ao Rio, Gerson ainda teve que se deparar com um oficial de Justiça enviando a intimação de um processo movido pelo Flamengo que cobra cerca de R$ 40 milhões como indenização pelo rompimento do contrato de imagem que tinha com o clube. O caso segue em segredo de Justiça. O que não é segredo é a profundidade do rompimento entre Gerson e quem comanda o Flamengo hoje. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Flamengo está longe de disputar com Palmeiras, diz Casagrande Show de ignorância: SBT não pode permitir machismo e transfobia de Ratinho Homem em situação de rua morre atropelado por ambulância no centro de SP Dois votantes anônimos do Oscar revelam que votaram em Wagner Moura Por que Wagner Moura se mudou para os Estados Unidos?