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Futebol Escolhas de Ancelotti fracassam em nova eliminação traumática do Brasil Pedro Lopes Do UOL, em Nova Jersey 05/07/2026 19h12 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Escolhas feitas pelo treinador Carlo Ancelotti falharam e contribuíram para mais uma eliminação traumática do Brasil em Copas do Mundo, com a derrota por 2 a 1 diante da Noruega hoje, em Nova Jersey, pelas oitavas de final. Uma delas, uma cobrança de pênalti feita por Bruno Guimarães, que tinha batido apenas três pênaltis no tempo regulamentar em toda a sua carreira. Outra, a utilização do atacante Martinelli na vaga de Lucas Paquetá, que se lesionou diante do Japão na segunda fase. As mudanças promovidas pelo técnico, que incluíram a entrada de Neymar, mais descaracterizaram o time do que o aproximaram da vitória. O Brasil não aproveitou as chances que teve, e deu espaços quando não poderia. Milly Lacombe Vini, Raphinha, Casemiro: a geração sem personalidade Mauro Cezar Vini bate pênalti mal e não deveria ter cobrado Alicia Klein A Copa do Mundo de Neymar foi um sucesso Alexandre Borges Os riscos de promover provocadores políticos Durante os primeiros minutos do jogo, o italiano teve postura tranquila no banco de reservas - até Matheus Cunha ser derrubado dentro da área aos 10 minutos. Depois da jogada, Ancelotti pressionou muito o quarto árbitro. O VAR foi chamado, e foi marcado pênalti para o Brasil. Bruno Guimarães desperdiçou Com o placar em 0 a 0 e o time começando a dar sinais de nervosismo em campo, Ancelotti usou a pausa para a hidratação para pedir a calma e passar muitas instruções, conversando diretamente com os jogadores. Deste momento em diante, passou o restante do segundo tempo em pé, dando instruções ao time. Na volta para a segunda etapa, com o jogo ainda empatado, não fez mudanças. Só aos 12 minutos promoveu a entrada de Endrick na vaga de Matheus Cunha. O atacante entrou e perdeu um gol feito, na cara do gol. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Aos 20 do segundo tempo Ancelotti chamou Neymar. Entraram o camisa 10 e Danilo Santos nas vagas de Martinelli e Rayan. Ederson, convocado após o corte de Wesley, também entrou pela primeira vez na Copa do Mundo. Três jogadores que praticamente não tinham atuado nesta Copa do Mundo, com exceção de minutos em entradas no segundo tempo. Continua após a publicidade Descaracterizado em campo e depois de ter perdido várias oportunidades, o Brasil deu espaço e oportunidade a quem não as perde. Duas, a Erling Haaland. Dois gols. Não houve virada mágica ou Ancelottismo. Pela terceira vez consecutiva, dessa vez comandada por um dos técnicos mais vitoriosos da história do futebol, a seleção brasileira caiu diante de uma seleção europeia intermediária. Sob o comando de Ancelotti, o Brasil entra no maior jejum de Copas de sua história - em 2030 serão 28 anos. Se nada mudar até lá, a chance de quebrá-lo será novamente do italiano, que teve seu contrato renovado antes deste Mundial. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Uefa detona Fifa por anulação de cartão de Balogun: 'Cruzou linha vermelha' 9 trocas simples na dieta que ajudam a baixar o colesterol Vini Jr. deveria ter batido pênalti contra a Noruega? Colunistas debatem Meia inglês vai passar por cirurgia e deve perder resto da Copa, diz NYT Vini, Raphinha, Casemiro: a geração sem personalidade e sem rumo