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Futebol O que os EUA podem aprender com humilhação sofrida contra Bélgica em março Do UOL, em São Paulo 06/07/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Pulisic, dos EUA, em ação durante amistoso contra a Bélgica Imagem: KEVIN C. COX / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP Estados Unidos e Bélgica se enfrentam hoje, às 21h (horário de Brasília), em Seattle, valendo uma vaga nas quartas de final da Copa do Mundo de 2026. Além da classificação, a partida tem sabor de revanche para os norte-americanos, que sofreram uma dura derrota por 5 a 2 para os belgas em um amistoso realizado em março deste ano. Naquele confronto em Atlanta, os EUA chegaram a abrir o placar, mas cederam o empate ainda antes do intervalo. Na segunda etapa, a Bélgica atropelou os donos da casa, liderada por uma grande atuação de Dodi Lukebakio, que marcou dois gols. O desafio de hoje também testa o retrospecto recente dos Estados Unidos contra seleções europeias em 2026, que é bastante negativo. Em cinco jogos disputados no ano, os norte-americanos acumulam quatro derrotas — sofrendo reveses contra Alemanha, Portugal, Turquia e a própria Bélgica — e apenas uma vitória, conquistada recentemente diante da Bósnia. Milly Lacombe Vini, Raphinha, Casemiro: a geração sem personalidade Mauro Cezar Vini bate pênalti mal e não deveria ter cobrado Alicia Klein A Copa do Mundo de Neymar foi um sucesso Alexandre Borges Os riscos de promover provocadores políticos Para os norte-americanos, a boa notícia ficou com um reforço de última hora. A Fifa decidiu anular a suspensão automática pelo cartão vermelho dado pelo árbitro brasileiro Raphael Claus ao atacante dos Estados Unidos, Folarin Balogun, no triunfo da segunda fase contra a Bósnia. De Bruyne, da Bélgica, em ação durante amistoso contra os EUA Imagem: JARED C. TILTON / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP Confira os pontos principais da vitória da Bélgica sobre os EUA em março: Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês A força belga pelas pontas No amistoso de março, os belgas castigaram a defesa norte-americana explorando os extremos do campo. A eficácia desse estilo de jogo ficou evidente no placar: quatro dos cinco gols da Europa nasceram de investidas laterais — sendo duas pelo lado esquerdo e duas pelo direito. Eficiência nas bolas longas A Bélgica também usou os passes longos com enorme precisão, acionando a velocidade de seus atacantes para expor as fragilidades defensivas dos EUA. Os belgas ditaram o ritmo com essa estratégia, acertando 30 das 52 tentativas ao longo da partida. Continua após a publicidade O apagão pós-intervalo A falta de concentração custou caro aos norte-americanos. Mesmo após irem para o vestiário com o placar empatado em 1 a 1, os EUA voltaram desorientados para a segunda etapa. A Bélgica aproveitou o momento de instabilidade e marcou três gols em um intervalo de apenas 15 minutos, um apagão que selou o destino do confronto. A versatilidade do craque belga Conhecido por sua genialidade na armação de jogadas, Kevin De Bruyne mostrou uma faceta diferente no amistoso contra os Estados Unidos: a de finalizador. Mesmo sem balançar as redes, o craque belga - que voltava de lesão - liderou as ações ofensivas e terminou a partida como o jogador que mais finalizou em campo, registrando quatro arremates ao longo do jogo. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Vini Jr. deveria ter batido pênalti contra a Noruega? Colunistas debatem 9 trocas simples na dieta que ajudam a baixar o colesterol 'Vida virou um inferno', diz moradora de Pinheiros sobre barulho de bares Justiça condena Havan por se apropriar de voz de Paulo Vieira em propaganda Guimarães diz que estudou goleiro norueguês antes de pênalti: 'Fui infeliz'