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O Santos abriu o noticiário com uma conta que não fecha para todos: a venda encaminhada de JP Chermont ao Sharjah FC deixaria R$ 9,3 milhões nos cofres alvinegros, mas já acendeu a revolta de conselheiros. Eles querem explicações e uma cópia do contrato, preocupados com o valor da negociação e com o uso de um jovem ativo para cobrir despesas rotineiras, enquanto há direitos de imagem atrasados no elenco. [ ] Em outra parte do dia, o futebol cedeu espaço à solidariedade: Naty Potira, torcedora santista que enfrenta um câncer, recebeu uma corrente de apoio do clube, da torcida e de Neymar. A mobilização ganhou força com as mensagens carinhosas do atacante e com a história de uma influencer que transformou sua paixão pelo Peixe em presença diária nas redes. [ ] [ ] No CT Rei Pelé, a recuperação de Neymar teve companhia especial: Mavie acompanhou o pai no treino, entre brincadeiras, flores e um pouco de leveza na rotina de tratamento. O atacante já iniciou a transição para o campo, mas o Santos evita acelerar o processo e não conta com ele para o clássico contra o São Paulo. [ ] No campo comercial, Santos e Novibet estudam congelar o patrocínio enquanto o Congresso analisa a medida provisória assinada por Lula contra a exposição de casas de apostas. Se houver flexibilização, a parceria poderá voltar nos termos atuais; se a restrição virar lei, o contrato poderá ser encerrado sem multa — um compasso de espera imposto pela política ao futebol. [ ] Já na Vila Belmiro, o Santos troca o ruído das contas pelo barulho das obras: a reforma prevê ampliação da capacidade, novos camarotes e a troca do gramado, com conclusão estimada para março de 2027. Entre tapumes e projetos, o estádio histórico tenta se renovar sem perder o pulso da casa — enquanto a arquibancada segue esperando o próximo capítulo. [ ]