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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Neymar é aplaudido e silencia Itaquera Juca Kfouri Colunista do UOL 30/08/2026 18h02 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Aos 25 minutos de clássico, morno até então, em Itaquera, Neymar recebeu justos aplausos ao botar a bola para fora para que Garro, que havia sido atingido na entrada da área, fosse atendido, pois o assoprador de apito não marcou a falta clara. Até então Neymar pouco fazia e Memphis nada fazia. Mas, aos 32, Neymar bateu falta cometida em Bontempo na trave e Oliva, que havia acabado de entrar no lugar de Gustavo Henrique, pegou o rebote para abrir o placar: 1 a 0. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Neymar já justificava sua presença. Acostumado não render com Pedro Raul, o Corinthians não rendia com Memphis de centroavante. Pela superioridade tática demonstrada pelo time de Cuca, o placar era justo quando o intervalo chegou. O Corinthians perdia pela terceira vez seguida no Brasileirão e o Santos vencia em Itaquera pela primeira vez no Campeonato Brasileiro contra o rival, no 12º confronto, com sete vitórias corintianas até então. No bafo da Fiel, o Corinthians foi à frente no segundo tempo, a bola aérea em andamento era de inutilidade absoluta por não ter quem a cabeceasse e pelo chão era bem neutralizada. Gustavo Henrique era a esperança. Continua após a publicidade Bem organizado, o Santos jogava por mais uma bola, um erro, um contra-ataque. Aos 15, Kaio César fez boa jogada e deu o empate para Memphis que bateu mal e perdeu a chance. Então Pedro Raul entrou no lugar de Allan. Silêncio sepucral em Itaquera. Fazer o quê? Rony no lugar de Bontempo. Aos 20, a primeira defesa de Brazão, em chute fraco de Dieguinho. Hugo ainda não havia feito nenhuma, com exceção do desvio para a trave na falta batida por Neymar. Continua após a publicidade Aos 22, outra ajeitada de bola de Kaio para Memphis e bola chutada nas alturas pelo holandês incendiário. Davizinho e Rollheiser em campo, Gabigol e Barreal fora, aos 27. Gui Negão no lugar de Dieguinho, aos 31. A defesa santista se desdobrava e era bem-sucedida enquanto os escanteios se sucediam. Raniele fora, Matheus Pereira, o genérico, dentro. Mais de 47 mil torcedores bateram palmas para Neymar pelo gesto de fair-play e calaram com sua cobrança de falta que resultou na vitória praiana. Continua após a publicidade Na comparação com Memphis o santista foi muito mais útil. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Flávia Saraiva é ouro nas barras assimétricas em etapa da Copa do Mundo Médico é levado à polícia por chamar mulher para atendimento em 'cativeiro' Empresário é condenado por agredir ex-Miss Rio Branco; defesa vai recorrer Ídolo na Ítalia, Sandro Mazzola morre aos 83 anos Lula diz que quer ganhar eleições para manter Jair Bolsonaro preso