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Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: A matéria foca na perspectiva do Corinthians sobre a regra e o histórico de 'invasão', com tom informativo e contextual. Não há crítica explícita, mas a narrativa favorece a lembrança do feito corintiano.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Motivo: O Vasco é mencionado como adversário na final e em comparação de público na partida de ida. Sua presença é contextual, sem indícios de viés positivo ou negativo.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: O Fluminense aparece no contexto histórico da 'invasão' de 1976. As citações sobre o evento são descritivas, sem apresentar um viés claro contra ou a favor.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Fluminense Vasco Corinthians Maracanã Copa do Brasil CBF Francisco Horta Tobias

Conteúdo Original

Esporte Copa do Brasil: como é regra que impede nova invasão corintiana no Maracanã Guilherme Xavier e Renan Liskai Do UOL, em São Paulo 19/12/2025 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Torcida do Corinthians terá apenas 4 mil presentes na final da Copa do Brasil no Maracanã Imagem: Rodrigo Coca/Agência Corinthians O Corinthians terá o apoio de 4 mil torcedores contra o Vasco, no Maracanã, pelo jogo de volta da final da Copa do Brasil, no domingo, às 18h. O número é bem menor do que os supostos 70 mil que invadiram o mesmo estádio em 1976, contra o Fluminense, pela semifinal do Brasileirão. Uma regra explica o motivo de não haver uma nova invasão. A regra que impede invasão A torcida do clube visitante pode ocupar 10% da capacidade do estádio, no máximo . A regra fazer parte do Regulamento Geral de Competições da CBF. O Clube visitante terá o direito de reservar à sua torcida a quantidade máxima de ingressos correspondente a 10% da capacidade do estádio ou da capacidade permitida pelos órgãos de segurança, desde que se manifeste em até 3 dias úteis antes da realização da partida, por meio de ofício dirigido ao Clube mandante, obrigatoriamente com cópia às Federações envolvidas e à DCO. Artigo 128 do Regulamento Geral de Competições da CBF Josias de Souza Senador foi de almoço com Lula para caldeirão da PF Letícia Casado Cassação de Eduardo traz alívio ao centrão Alexandre Borges Messianismo bolsonarista não morre com Bolsonaro Reinaldo Azevedo Dosimetria tem aberrações inconstitucionais A negociação do percentual de entradas destinadas aos times visitantes é feita entre os times envolvidos . No caso de Corinthians e Vasco, não houve apego em uma porcentagem rigorosamente igualitária entre as partes. Classificação e jogos Copa do Brasil Os 4 mil corintianos presentes no Maracanã preencherão cerca de 5,1% do estádio . Na ida, na Neo Química Arena, cerca de 2.560 vascaínos estiveram presentes em Itaquera, ocupando 5,2% da casa corintiana. A invasão corintiana Fluminense e Corinthians tiveram público dividido no Maracanã naquele 5 de dezembro de 1976 . Dos 146 mil torcedores presentes, cerca de 70 mil eram corintianos, segundo jornais da época. Tais números são bastante contestados pelos tricolores. Àquela altura, o Corinthians já conviva com o jejum de 22 anos sem títulos e ainda buscava sua primeira taça do Brasileirão. O deslocamento em massa de corintianos rumo ao Rio fez o extinto Departamento Nacional de Estradas de Rodagem criar a "Operação Corinthians" . O movimento na Via Dutra, que liga SP e RJ foi muito maior do que o normal. Continua após a publicidade Invasão corintiana em 1976, no Maracanã Imagem: Reprodução Facebook Uma provocação aumentou mais ainda o interesse na invasão . Francisco Horta, então presidente do Fluminense, mostrou confiança na equipe e cutucou os torcedores rivais antes do duelo. Que os vivos saiam de casa e os mortos saiam das tumbas para torcer pelo Corinthians no Maracanã, porque o Fluminense vai ganhar a partida. Francisco Horta Essa fala acabou servindo para promover ainda mais a partida. Esse era o intuito de Francisco Horta, que, em entrevistas, revelou que levou carga importante de ingressos disponíveis para São Paulo. O Jornal do Brasil relatou, na época, que foram 40 mil bilhetes, sendo 35 mil arquibancadas e cinco mil numeradas. Os ingressos esgotaram em menos de três horas. Com a bola rolando, Fluminense e Corinthians empataram por 1 a 1 . A decisão na vaga da final do Brasileirão foi decidida nos pênaltis — melhor para os paulistas, que avançaram com brilho do goleiro Tobias. A equipe viria a perder a decisão para o Internacional. Continua após a publicidade A nova onda da invasão é esperada na final da Copa do Brasil, mas o Corinthians já disputou outros duelos decisivos no Maracanã: o Mundial de 2000, além de outra final do mata-mata nacional, em 2022, contra o Flamengo. A divulgação por parte do Timão tem sido no clima da invasão. Logo após o apito final no jogo de ida, os telões da Neo Química Arena diziam: "Chegou a hora, vamos invadir o Rio!". Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora CEO do Grêmio pede união de clubes para impedir 'projeto Bundesliga' do Fla Cassação foi só a segunda etapa do longo calvário de Eduardo Bolsonaro Letícia Casado: Cassação de Eduardo Bolsonaro traz alívio ao centrão Mega-Sena acumula e prêmio sobe para R$ 62 milhões; confira dezenas PM é flagrado agredindo idosa com fuzil em bar no RJ; veja