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Futebol Leonardo Jardim abre guerra contra 'posse de bola estéril' no Flamengo Igor Siqueira Do UOL, no Rio de Janeiro 16/03/2026 05h30 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× São três jogos sem sofrer gols, invencibilidade e uma guerra aberta por Leonardo Jardim para tentar dar mais equilíbrio ao Flamengo: "Não sou um treinador que admira a posse de bola estéril". A declaração após a vitória sobre o Botafogo resume o espírito dos ajustes que o treinador fez após herdar o emprego de Filipe Luís. E tem dado resultado. A filosofia de jogo do Flamengo faz o time tentar jogar de forma mais vertical, mas ao mesmo tempo admitir que o adversário fique com a bola em alguns momentos para aproveitar espaços deixados do outro lado. Maria Ribeiro Wagner é brasilidade na máxima potência Juca Kfouri Palmeiras, avarento, segue na frente graças a Flaco PVC Será que atuação de Neymar o levará à seleção? Joildo Santos O Brasil que as marcas ignoram "Acredito que a posse de bola tem um objetivo: de criar espaço ou superioridade sobre o adversário. Quando o adversário pressiona menos, temos mais posse. Quando pressionam mais, deixam espaços que vamos aproveitar", afirmou o treinador português. O cenário contrasta com a reta final do trabalho de Filipe Luís, mas sobretudo ao período mais crítico com Tite, em 2024. E aí a questão vai além do percentual de posse de bola e também passa pelo comportamento do time quando tem o controle do jogo. De todo modo, o Fla neste Brasileirão viu o Cruzeiro somar 56% de posse. O rubro-negro fez 2 a 0. "É importante associar um jogo coletivo para dar dificuldades ao adversário. Estamos trabalhando ideias ofensivas de roubar a bola e sempre procurar o passe à frente, mais passes entre linhas, e menos passes para os lados e para trás", acrescentou. Contra o Botafogo, o primeiro tempo (antes da expulsão) teve 54% de posse para o Fla, mas Jardim gostou da postura do time. Até porque foram só 50 passes a mais do que o Botafogo na etapa inicial. Continua após a publicidade No segundo tempo, com vantagem numérica, o Flamengo trocou mais de 100 passes a mais que o alvinegro (290 a 181), tendo 61% de posse. O cenário mexe com funções individuais de alguns jogadores, especialmente os pontas, que têm um papel de verticalizar e acelerar o jogo sempre que possível. "Estamos buscando o que ele pede, a profundidade, o jogo por dentro. Quando um jogador sai da posição, o outro tem que entrar. Nesse jogo, deu resultado", comentou Samuel Lino, autor do primeiro gol sobre o Botafogo. Nos três jogos com Leonardo Jardim, o Flamengo somou cinco gols marcados e nenhum sofrido. São duas vitórias, um empate (com vitória nos pênaltis) e o título Carioca. No Brasileirão, a batalha é para colar nas primeiras posições. O próximo jogo é quinta-feira, contra o Remo, no Maracanã. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Israel diz ter destruído avião de líder supremo do Irã Petróleo sobe com guerra no Oriente Médio e pressiona inflação global Receita Federal divulga hoje regras do Imposto de Renda 2026 Jessie Buckley é primeira irlandesa a vencer como melhor atriz do Oscar Coronel nega ter matado mulher e acusa família dela: Precisam achar culpado