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Análise dos Times

Selecao Brasileira

Principal

Motivo: O artigo aponta que a seleção brasileira, apesar de treinos focados, não consegue transformar bolas paradas em gols decisivos, o que sugere uma crítica à sua efetividade.

Viés da Menção (Score: -0.4)

Motivo: O artigo menciona o Arsenal como um exemplo de sucesso na Premier League devido ao uso de escanteios com bloqueios, destacando uma performance positiva.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Psg

Motivo: O PSG é citado como um exemplo de tática para dificultar a saída de bola adversária, demonstrando uma abordagem estratégica eficaz.

Viés da Menção (Score: 0.5)

Motivo: O gol marcado pela Tchéquia em um arremesso lateral é apresentado como um exemplo de sucesso na utilização de jogadas de bola parada.

Viés da Menção (Score: 0.6)

Motivo: A Alemanha é citada por ter marcado em jogadas de escanteio, indicando uma utilização eficaz dessas estratégias.

Viés da Menção (Score: 0.5)

Motivo: O gol da Bósnia em jogada de escanteio demonstra a efetividade da equipe em explorar essas situações.

Viés da Menção (Score: 0.5)

Motivo: Mencionado por uma tática de lançamento longo, o artigo não foca em viés, apenas em uma estratégia específica utilizada pelo time.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Casemiro Carlo Ancelotti Copa do Mundo Neymar PSG Arsenal selecao brasileira Marquinhos Alemanha Japão Arábia Saudita Gabriel Magalhães Marrocos Francesco Mauri Senegal Bósnia Tchéquia

Conteúdo Original

Futebol Revolução da bola parada chega à Copa, mas não decide na seleção brasileira Igor Siqueira e Thiago Arantes do UOL, no Rio e em Barcelona 16/06/2026 12h00 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Carlo Ancelotti, técnico do Brasil, antes de jogo contra Marrocos pela Copa do Mundo Imagem: Reuters/Caean Couto O Arsenal, do zagueiro Gabriel Magalhães, ganhou a Premier League consagrando os escanteios com bloqueios nos adversários. As cobranças de arremessos laterais na pequena área viraram rotina em clubes como Brentford, do atacante Igor Thiago. Até as saídas de bola do meio-campo entraram nos cadernos de estratégia dos treinadores, como faz o PSG, do zagueiro Marquinhos. Sakamoto Traição cobra preço de Eduardo e ameaça Flávio Amanda Klein Fazenda vê margem para acelerar corte de juros Josias de Souza Ninguém quer hospedar Daniel Vorcaro Felipe Salto Não estamos passando por uma crise fiscal no Brasil A temporada 2025-26 do futebol europeu foi marcada por uma revolução nas jogadas de bola parada. E, claro, a tendência chegou à Copa do Mundo. Mas a seleção brasileira ainda sofre para entender como usá-la. Tanto na estreia contra Marrocos quanto nos amistosos mais recentes, o time de Carlo Ancelotti não conseguiu transformar escanteios, faltas e cobranças de lateral em ameaças reais aos adversários — a exceção aconteceu em novembro passado, na vitória por 2 a 0 contra Senegal, quando Casemiro marcou após um cruzamento vindo de uma falta na intermediária. O gol marcado pelo volante, no Emirates Stadium, em Londres, é o único originado de uma jogada de bola parada desde que o italiano assumiu o cargo. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Sinais na Copa Os primeiros dias do Mundial na América do Norte já mostraram exemplos de quem tem usado bem as estratégias de bola parada. A Tchéquia marcou seu único gol na derrota por 2 a 1 para Coreia do Sul com uma assistência dada pelas mãos do lateral Vladimir Coufal, em um arremesso lateral dentro da pequena área; o empate quase veio em jogada semelhante, em outro "latereio". Continua após a publicidade Alemanha, Bósnia, Japão e Arábia Saudita balançaram as redes em jogadas de escanteio — seja em desvio direto, ou em rebotes. No segundo gol alemão na goleada por 7 a 1 contra Curaçau, Nico Schlotterbeck movimentou-se em direção à primeira trave, enquanto os colegas bloquearam deslocamentos dos adversários na cobrança de escanteio. A Bósnia também marcou em jogada de escanteio no empate por 1 a 1 com o Canadá: a bola foi tocada de cabeça na primeira trave por Sead Kolasinac, e Jovo Lukic empurrou para as redes. Contra a seleção brasileira, Marrocos começou o jogo com um lançamento do círculo central direto para o campo ofensivo, forçando a seleção brasileira a fazer uma reposição de bola no campo de defesa, contra uma marcação sob pressão. A tática ficou famosa no PSG, campeão da Champions League com Luis Enrique. Embora não seja uma jogada de gol, é mais uma tendência de movimento ensaiado que dá as caras no Mundial. Não é falta de treino Se os gols ainda não apareceram, não é por falta de trabalho. Desde a chegada de Carlo Ancelotti, as bolas paradas ganharam atenção especial nos treinamentos da seleção brasileira. Continua após a publicidade O auxiliar Francesco Mauri, responsável pelo setor, coordena sessões específicas para escanteios, faltas e laterais ofensivos. Em um dos treinamentos realizados durante a preparação para a Copa do Mundo, os zagueiros Marquinhos e Gabriel Magalhães chegaram a utilizar pulseiras com anotações das jogadas ensaiadas, em um sistema inspirado nos quarterbacks da NFL. A ideia é facilitar a comunicação e a execução dos movimentos desenhados pela comissão técnica. Mauri costuma resumir os princípios das bolas paradas em três palavras que começam com a letra D: delivery (a batida), desire (a agressividade para atacar a bola) e details (os detalhes de movimentação e posicionamento). Até aqui, porém, a teoria ainda não se transformou em resultados consistentes dentro de campo. O melhor exemplo da era Ancelotti continua sendo o gol marcado por Casemiro contra Senegal, em novembro, após uma jogada ensaiada em cobrança de falta. Desde então, a seleção segue procurando transformar o treino em gols — justamente em uma Copa do Mundo que já começa mostrando o quanto as bolas paradas podem fazer diferença. Uma das esperanças para melhorar o aproveitamento pode ser Neymar. Ainda se recuperando de uma lesão na panturrilha direita, ele era o responsável pela cobrança de faltas e escanteios. Ainda na "era Fernando Diniz", em 2023, o camisa 10 deu assistências para gols em jogadas de escanteio na vitória por 1 a 0 contra o Peru — quando Marquinhos marcou — e no empate por 1 a 1 com a Venezuela, em gol de Gabriel Magalhães. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora O que é necrofilia, denunciada por Erika Hilton em morte de jovem em salto É possível ganhar massa muscular sem comer carne? 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