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Futebol Seleção aposta em base que mais perdeu Copas para evitar o maior jejum Paulo Vinicius Coelho (PVC) e Thiago Rabelo Do UOL, em Nova Jersey (EUA) 12/06/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Casemiro e Marquinhos em treino da seleção brasileira Imagem: Rafael Ribeiro / CBF A Copa do Mundo de 2026 é a última chance para que uma geração de grande relevância internacional não fique marcada de forma negativa na seleção brasileira. Entre os 26 convocados do técnico Carlo Ancelotti, 15 já tiveram a oportunidade de conquistar o Mundial, mas decepcionaram na busca pelo título. O atual elenco é o grupo com mais experiência em Copa do Mundo que o Brasil já convocou na história. Proporcionalmente, a seleção de 1962 supera, quando o treinador Aymoré Moreira levou 14 dos 22 atletas com pelo menos um Mundial disputado. A diferença, porém, é que todos eles foram para o torneio com o status de campeões quatro anos atrás, em 1958. A Copa do Mundo de 2026 lembra a de 1994 em vários sentidos. Além do hiato de 24 anos sem conquistas, as duas equipes apostaram em remanescentes de outros Mundiais para vencer. Thiago Arantes Copa começou com 2 jogos ruins. E será assim mesmo José Fucs A narrativa de que Trump ameaça o Pix não é real Daniela Lima Alcolumbre sinaliza destravar análise da 6x1 Aline Sordili Anthropic monta rede de distribuição para o Claude Duas décadas atrás nos Estados Unidos, mesmo país deste ano, o técnico Parreira convocou dez jogadores de 1990, quando a equipe perdeu nas oitavas de final para a Argentina. Um dos participantes de 1990 que ganhou uma nova oportunidade foi Romário. Melhor jogador do torneio nos Estados Unidos, o camisa 11 ignora a lição da derrota, mas entende que o resultado deixou uma marca que fortaleceu a equipe. "'Muitos dizem que a derrota ensina algo, mas não ensina porra nenhuma. Derrota é derrota. Mas aquilo mostrou pra gente que perder é muito ruim", afirmou Romário ao UOL . Nós tínhamos a última oportunidade para ganhar a Copa. Tinha uns nove atletas (na verdade eram dez) que perderam em 1990. Nós sofremos. Nós sabíamos o que era perder em 1990. A gente não queria sentir isso de novo. Perder é ruim pra caralho. Mas nós sabíamos que muitos não voltariam mais a jogar uma Copa. Tinha a idade e várias outras coisas. A gente sabia disso. Nós não éramos a melhor seleção. Tinha muita desconfiança do povo em cima da seleção. A nossa classificação só veio no último jogo, isso nunca tinha acontecido na história da Seleção. Existia muita dúvida da imprensa e da torcida. Mas a gente sabia que se trabalhasse, se tivesse o objetivo de ser campeão, dava para ganhar Romário Além do baixinho, Parreira ainda levou Taffarel, Jorginho, Dunga, Branco, Aldair, Muller, Bebeto, Mazinho e Ricardo Rocha que disputaram a Copa de 1990. A lista também tinha Ricardo Gomes e Mozer, mas a dupla foi cortada antes do Mundial e substituída por Aldair e Ronaldão. Para 2026, os remanescentes de outras Copas são Alisson, Ederson, Weverton, Danilo, Marquinhos, Bremer, Alex Sandro, Casemiro, Fabinho, Bruno Guimarães, Lucas Paquetá, Neymar, Vinicius Junior, Raphinha e Gabriel Martinelli. Com exceção de Weverton, todos eles jogaram em grandes clubes do futebol europeu e atingiram o topo do futebol internacional. Continua após a publicidade O Mundial do Canadá, Estados Unidos e México pode ser a última chance de terminar a trajetória na seleção como campeão mundial. Entre 15 experientes, apenas Bremer, Lucas Paquetá, Vinicius Junior, Raphinha e Martinelli têm menos de 30 anos. Em uma postagem da Fifa, Neymar respondeu que esta é a sua "última dança", já anunciando a sua aposentadoria das Copas do Mundo. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora EUA apostam em herança de 1994 para mascarar fracasso da venda de ingressos TCU contraria STF e cria novo penduricalho para servidores da cúpula Mbappé pede que Deschamps não treine a Itália: 'Contratem um italiano' Copa começa nos EUA sem ICE nos estádios, mas com drones e scanner corporal Menino de 11 anos morre após suspeita de envenenamento com bolo no RJ