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Análise dos Times

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Copa do Mundo Seleção Brasileira Liga das Nações Monza Sul-Americano Trentino Busto Arsizio Olimpíadas de Los Angeles 2028 Fernando Cachopa Sofia Monza

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Um casamento costuma levar tempo para ser organizado. No caso do levantador Fernando Cachopa , serão dois anos de planejamento até a cerimônia que celebrará o amor dele e da italiana e também jogadora de vôlei, Sofia Monza . O motivo da longa espera tem nome e sobrenome: Olimpíadas de Los Angeles 2028 . ➡️ Tudo sobre os esportes olímpicos agora no WhatsApp. Siga o nosso novo canal Lance! Olímpico A terceira participação do atleta em Jogos Olímpicos se tornou uma obsessão tão grande que ele só pensa em casar depois do torneio. O resultado tem uma influência considerável na decisão do jogador, que almeja levar a futura medalha direto para o altar. — Se eu ganhar uma medalha, vou subir no altar com a medalha no peito, pô. Não tem essa. Até porque eu estou pensando em planejar para uma semana depois das Olimpíadas. Então, aquela semana ali, eu não vou tirar do peito a medalha, se a gente ganhar — contou Cachopa, em entrevista exclusiva ao Lance! . Cachopa pediu a então namorada em noivado em setembro. O levantador aproveitou uma das raras folgas que teve na Seleção Brasileira, durante passagem na Itália para amistosos, e proporcionou uma surpresa para sua companheira. Nas redes sociais, Sofia Monza, que atua pelo Trentino, compartilhou fotos onde exibe, orgulhosa, o anel entregue pelo jogador. O pedido de noivado aconteceu ao ar livre, próximo a um lago e a uma floresta italianas. Cachopa e Sofia se conheceram em 2023, quando o levantador vestia as cores do Monza, e ela do Busto Arsizio. Há três anos e meio juntos e agora noivos, os "pombinhos" desfrutam das experiências vividas dia a dia no vôlei e não têm pressa para o casamento. ➡️ Fabi e Alison 'Mamute' são homenageados no Hall da Fama do vôlei ➡️ Campinas bate Suzano em tie-break 'interminável' e é campeão paulista de vôlei Para Cachopa, as experiências olímpicas passadas, em Tóquio e Paris, dão a esperança de que o Brasil pode surpreender e voltar a subir ao pódio. — Então, Olimpíada é uma coisa diferente, é estranho. Você aponta um favorito, às vezes o favorito nem chega. E, talvez, tenham times que possam surpreender. Eu quero acreditar. Eu acredito realmente que a gente pode ser um desses times — afirmou. Cachopa encerrou os compromissos com a Seleção Brasileira no mês passado, após a conquista do Sul-Americano no Rio de Janeiro, que garantiu a classificação antecipada para os Jogos de Los Angeles. O vôlei de seleções será retomado em 2027 com a Liga das Nações, entre junho e julho, e a Copa do Mundo, em setembro.