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Análise dos Times

Selecao Brasileira

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Motivo: A matéria foca nas falas de um jogador da seleção sobre um lance em treino da mesma, com tom informativo e buscando contextualizar a situação.

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Casemiro Neymar Endrick Ancelotti Fabinho Selecao Brasileira

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Futebol Fabinho minimiza entrada de Casemiro em Endrick: 'Falta tem em todo treino' Danilo Lavieri e Pedro Lopes Do UOL, em Morris Township (EUA) 04/06/2026 15h32 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O volante Fabinho tratou como algo normal a entrada de Casemiro em Endrick no treino de ontem da seleção brasileira. O jogador ressaltou que os trabalho são em alta intensidade, sobretudo pelo ambiente de Copa do Mundo. "Eu acho que a alta intensidade no treino é algo esperado, mas é normal também pela qualidade que tem, pela entrega dos jogadores. Como é a seleção brasileira, todo mundo quer mostrar algo mais. Então, até um bobinho às vezes, que é um treino mais descontraído, acaba sendo um treino forte, pegado. Ali, todo mundo querendo ir muito. E falta tem em todo o treino, quando dá pra evitar uma chegada mais forte, um pisão assim, a gente tenta evitar, mas tem vezes que você não consegue, você quer ganhar, quer ganhar a bola, quer estar forte na disputa ali contra um companheiro e acaba fazendo uma falta mais forte. Não é a primeira vez que acontece, nem vai ser a última, mas eu acho que a importância é que ninguém seja desleal, lembrar que a gente está na mesma seleção", disse Fabinho, em entrevista coletiva hoje. O que mais Fabinho disse Jogadores como máquinas e a pressão Josias de Souza O milagre da multiplicação do voto evangélico José Fucs O fetiche da esquerda em definir 'extrema direita' Marco Antonio Sabino Ronaldo Caiado é um xerife desarmado Ricardo Kotscho Insistência com Messias é erro político de Lula "A pressão de estar aqui na seleção é muito grande. Isso a gente já sabia antes mesmo de ser jogador. E é claro que a gente sente isso. Com a experiência que nós temos, a gente vai lidando com isso melhor e cada um tem a sua maneira de lidar. Talvez algumas vezes passa do ponto, mas eu acho que a gente está focado aqui e sabe o que é importante. Reter o que é importante para a gente. E o treinador tem uma relação boa com a gente. Nas conversas é sempre tudo muito bem com ele, com o staff. A gente está focado junto, todo mundo". Volta à seleção depois de período longe "Eu sabia que a minha mudança de clube poderia, no primeiro momento, me afastar um pouco da seleção, o que foi o que aconteceu. Mas eu sempre tive esperança de voltar aqui, de receber uma oportunidade. E a partir daí, eu sabia que era comigo, demonstrar a minha capacidade, demonstrar que eu mereço estar aqui, que eu posso ajudar a seleção brasileira. Foi um período meio longo, quase três anos sem ser convocado, mas é muito bom estar de volta. Foi bom receber a primeira oportunidade lá em novembro, mostrar meu trabalho. Estar aqui hoje na Copa do Mundo é muito especial". O que é sonhar alto "O que faz a gente sonhar alto é saber a qualidade de cada jogador que está aqui, saber o que é essa camiseta, que é a camiseta do pentacampeão, que é o Brasil, e confiar. Eu mesmo estando aqui há pouco tempo, vim a partir das duas últimas convocações, já tenho uma confiança muito grande nesse grupo, em todos. Nos jogadores, nos treinadores, e o trabalho está sendo bem feito. Eu acho que a gente tem que seguir nessa linha, melhorando. Tem coisas ainda para melhorar, mas é trabalhar forte, estar confiante e dar o máximo". Referência de Casemiro a Ancelotti Continua após a publicidade "Casemiro que é um cara experiente, vencedor e muito bom conhecedor da posição. Já tive alguns confrontos contra ele também, já tive junto com ele aqui na seleção. Então, foi legal ter esse reconhecimento da parte de um jogador como o Casemiro. Se ajudou de alguma maneira eu receber uma oportunidade aqui na seleção, sou grato a isso. Mas eu sei que a partir do momento que eu estou aqui, eu tenho que mostrar que eu sou bom o suficiente. Na Copa de 2022, eu fiz um jogo contra a Camarões. Nossa vontade é sempre estar em campo também, sempre jogar, sempre ajudar a seleção. Eu sempre me preparo para isso. Agora, se eu vou estar lá ou não, já é uma decisão do treinador. Vou me preparar, treinar bem e, se tiver oportunidade jogar, jogar bem". Como está Neymar "O Neymar está bem, está feliz. É importante ter ele aqui com a gente. Ele é um líder desse grupo. Ele não fez parte, assim, tanto desse processo de entre Qatar e Estados Unidos aqui. Ele teve uma lesão grave, então ficou um pouco fora desse processo. Mas não deixou de ser um líder e um cara importante. Ele faz bem para o ambiente, está feliz. A gente não vê tanto esse trabalho de recuperação, que é mais sozinho dele com os fisioterapeutas, com os preparadores físicos, mas o ambiente está bom. No que ele pode ajudar, ele ajuda. E o que a gente espera é que ele se recupere 100% rápido e esteja já disponível para ajudar a gente em campo". O que fazer no treino "Vai te ajudar, vai te preparar. Fisicamente estar bem, estar confiante. Então treinar bem é importante para as duas equipes, para a equipe escolhida como titular, para ter uma dificuldade ali no treino e para outra equipe mostrar que tem qualidade, que está bem. Talvez, o que decide mesmo é o que acontece no jogo, que é o importante ali. Então, é sempre importante estar preparado, se preparar no treino, para quando receber a oportunidade, estar bem, dar o máximo. Às vezes as coisas não vão sair bem no jogo, mas é importante você estar bem, estar ali, saber a sua função e estar preparado para jogar". Jogar na Arábia Saudita Continua após a publicidade "Ah, eu acho que quando eu fui para a Arábia, meu status dentro da equipe mudou um pouco. Eu acho que eu comecei a ter um pouco mais de status de jogador principal, que era o que quando me contrataram foi a expectativa também. Eu acho que me ajudou a crescer nesse sentido, de tomar essa responsabilidade também. Eu virei um dos capitães e na última temporada acabei virando um capitão. Dentro do vestiário, dentro de campo, isso me ajudou também. E, cara, foi uma experiência muito boa nesses três anos. É diferente da Inglaterra, é uma intensidade diferente, mas isso pelas condições climáticas também. É você se adaptar ao que você pode fazer. Creio que eu sou o melhor jogador hoje pelas experiências que eu tive lá. Esses três anos que eu tive lá foram muito bons para mim e para a minha carreira". Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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