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Análise dos Times

Bahia

Principal

Motivo: O artigo foca na trajetória e no momento atual do técnico Rogério Ceni no Bahia, detalhando seu impacto e a relação com a torcida.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Motivo: O Coritiba é apresentado principalmente como o rival da estreia de Rogério Ceni e como um adversário no presente, sem um viés específico.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Grêmio Libertadores Santos Copa do Brasil Bahia Campeonato Brasileiro Remo Coritiba Rogério Ceni Gilberto Thaciano Everaldo Couto Pereira Sebastián Gómez Renato Paiva Copa do Nordeste Ademir Kanu Andrey Rezende O'Higgins David Duarte Camilo Cándido Marcos Victor Gabriel Xavier Lucas Mugni Biel Yago Felipe Marcos Felipe Rafael Ratão Raul Gustavo Léo Cittadini Nicolás Acevedo Vitor Jacaré

Conteúdo Original

Bahia goleia o Coritiba no Couto Pereira e abre 4 pontos para o Z-4 No dia 14 de setembro de 2023, Rogério Ceni começou a escrever a história no Bahia com uma vitória tranquila, por 4 a 2 , sobre o Coritiba, no Couto Pereira. Quase três anos depois, o treinador reencontra o rival e o palco da partida nesta segunda-feira, mas com um outro clima diante do seu torcedor. Siga o ge Bahia nos Canais do WhatsApp Veja quem chega e quem sai do Bahia Substituto de Renato Paiva, em 2023, Rogério Ceni era a esperança de uma equipe pressionada pela briga contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro. A duras penas, o Bahia alcançou o objetivo, e o treinador encerrou a temporada como grande destaque da campanha de salvação. Em 2026, Rogério Ceni chega para o jogo contra o Coritiba com o desafio, desta vez, de "se salvar" diante do torcedor tricolor. Com o Bahia sem vencer há sete jogos e um histórico recente de eliminações precoces na Libertadores e Copa do Brasil, o treinador foi o principal alvo de protestos da torcida no último domingo. 1 de 2 Rogério Ceni no Couto Pereira, na estreia pelo Bahia, contra o Coritiba — Foto: Feira FC / Divulgação Rogério Ceni no Couto Pereira, na estreia pelo Bahia, contra o Coritiba — Foto: Feira FC / Divulgação Para animar 2 de 2 Rogério Ceni na estreia pelo Bahia, contra o Coritiba — Foto: Felipe Oliveira / EC Bahia Rogério Ceni na estreia pelo Bahia, contra o Coritiba — Foto: Felipe Oliveira / EC Bahia Rogério Ceni foi anunciado como técnico do Bahia cinco dias antes da partida contra o Coritiba, disputada em uma quinta-feira e válida pela 23ª rodada. O Bahia estava na 16ª posição, com 22 pontos, um a mais que o Santos, primeiro time dentro da zona de rebaixamento. O Coxa, por sua vez, era o lanterna, com 14. A estreia perfeita quase foi frustrada por um gol de Sebastián Gómez aos dois minutos de jogo, mas Rafael Ratão, Thaciano e Ademir viraram ainda antes do intervalo. No segundo tempo, Biel ampliou, e Andrey diminuiu nos acréscimos para fechar o placar em 4 a 2 para o Tricolor. Escalação do Bahia na estreia de Rogério Ceni: Marcos Felipe; Gilberto, Kanu, Raul Gustavo e Camilo Cándido; Rezende (Léo Cittadini), Yago Felipe (Nicolás Acevedo) e Thaciano (Lucas Mugni); Ademir (Vitor Jacaré), Rafael Ratão (Biel) e Everaldo. Sete jogadores relacionados para aquela partida continuam no Bahia: Gilberto, Kanu, Nicolás Acevedo, Ademir, Everaldo, Gabriel Xavier e Marcos Victor. David Duarte também estava no grupo, mas não viajou para Curitiba. De lá para cá Relação da torcida do Bahia com Rogério Ceni é de altos e baixos ao longo dos quase três anos — Foto 1: Felipe Oliveira / EC Bahia — Foto 2: Renan Pinheiro Rogério Ceni alcançou o primeiro objetivo à frente do time do Bahia com uma campanha de sete vitórias em 16 jogos e 45,8% de aproveitamento. A equipe fechou a edição 2023 do Brasileiro no 16º lugar, com 44 pontos conquistados. Mais de duas temporadas depois, o treinador deu sua identidade ao Bahia e conquistou dois títulos baianos e uma Copa do Nordeste. Além disso, o time bateu duas vezes o recorde de melhor campanha na Série A, se classificou para a Libertadores duas vezes consecutivas pela primeira vez e conseguiu mais uma série de feitos inéditos. Por outro lado, Rogério Ceni, que já encarava desconfiança da torcida pela queda de rendimento do time no segundo semestre de 2024 e com a campanha ruim como visitante em 2025, sofreu duros golpes com eliminações precoces na Copa do Brasil, para o Remo, e Libertadores, diante do O'Higgins, em 2026. Com o empate por 1 a 1 com o Grêmio, no último domingo, Rogério Ceni chegou a sete jogos sem vencer e igualou o seu pior jejum com o Bahia . Em entrevista coletiva, ele comentou o momento de pressão e garantiu que tem capacidade para dar a volta por cima no time. - Eu lamento porque trabalho muito todos os dias, me dedico muito. É um momento difícil que a gente tem que tentar se manter firme. Gostaria que o torcedor apoiasse. O torcedor está chateado, e eu entendo. Você abandonaria sua profissão se alguém te ofendesse? A vida consiste muito no que você é apaixonado. Eu sei que eu tenho capacidade, que os atletas acreditam em mim. Eu vou a pouquíssimos lugares. Trabalho 12 horas por dia e fico muito em casa. A minha vida é trabalhar. E o mais importante é que eu gosto do que eu faço. Com todo respeito, eu quero poder trabalhar e desenvolver o que eu gosto. É sempre mais difícil trabalhar com vaia. Gostaria que o torcedor estivesse com a gente para a gente repetir o sonho que tivemos. A gente tem que tentar provar valor, trabalho. Não acho justo uma pessoa abandonar o que ama por uma ofensa. Isso é para gente fraca, que desiste fácil - disse Rogério Ceni. Sob pressão, mas com boas lembranças, Rogério Ceni comanda o Bahia diante do Coritiba às 20h (de Brasília) desta segunda-feira. A partida é válida pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro. 50 vídeos