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Opinião Futebol 'Neymar é banco de Matheus Cunha, que acertou o time', diz Julio Gomes Do UOL, em São Paulo 24/06/2026 22h05 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Matheus Cunha virou "a grande história" do Brasil na fase de grupos da Copa do Mundo e ajudou a explicar por que a seleção fechou a primeira fase com autoridade, avaliou Julio Gomes no Fim de Papo , do Canal UOL. O comentarista interpretou a troca que colocou Neymar em campo no lugar de Matheus Cunha como um sinal claro para o mata-mata. Para ele, a hierarquia ficou exposta, independentemente do quadro físico de Raphinha. O Neymar entrou no lugar do Matheus Cunha, o que parece um recado do Ancelotti. Fica muito claro: o Neymar é banco do jogador que acertou o time. Então o Neymar vai ser banco quando o Brasil chegar no mata-mata, queiram ou não. Com o Raphinha machucado ou não, a história hoje é que o Neymar é reserva do Matheus Cunha, que voltou muito bem para o time. Julio Gomes Milly Lacombe O melhor do jogo passou quase sem se fazer notar PVC Vini se colocou na elite da Copa; Brasil, ainda não Casagrande Brasil se classifica, mas agora a brincadeira acabou Tatiana Farah Desabafo de Michelle complica Flávio Bolsonaro O Brasil venceu a Escócia por 3 a 0 e encerrou a participação na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026 com um roteiro mais claro do que funcionou e do que não funcionou, na leitura do comentarista. Precisamos falar de Matheus Cunha porque ele é a grande história dessa primeira fase. São duas grandes histórias. Estamos falando tanto de Messi, de Haaland, de Mbappé, agora de Cristiano Ronaldo, por que não de Vinícius Júnior? Ele está fazendo uma grande Copa do Mundo, de superestrela. E o Matheus Cunha é um jogador que, quando o Brasil tem a bola, parece não estar ajudando tanto. Joga mais recuado, mas ele é muito importante na retomada de bola. Julio Gomes Na análise, o atacante não aparece tanto quando a equipe tem a posse, mas pesa justamente no momento em que o Brasil recupera a bola e acelera a jogada. Para Julio, isso se refletiu no tipo de gol que a seleção construiu ao longo da primeira fase. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês O comentarista também apontou que a partida contra a Escócia reforçou um caminho tático que o Brasil retomou depois de um desvio no jogo anterior. Ele citou a mudança feita por Carlo Ancelotti após a atuação ruim contra o Marrocos. Um jogo ruim contra Marrocos, quando o Ancelotti resolveu colocar em campo um time que não é da maneira como ele estava jogando nesse um ano que ele tem de comando técnico da seleção. Voltou atrás, refez o time contra o Haiti. Foi um jogo moleza. E aí ele manteve essa estratégia para o jogo contra a Escócia. Julio Gomes Veja horários das lives do UOL Esporte: Lives dos clubes: Continua após a publicidade Imagem: Arte/UOL Horários dos programas: Imagem: Arte/UOL Assista ao programa completo 0:00 / 0:00 Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora África do Sul faz jogo da vida, bate a Coreia e avança pela 1ª vez na Copa Reunião entre Trump e senadores tem bate-boca e gritaria, diz jornal 'Ancelotti sabe o melhor jeito de aproveitar Vini Jr.', diz Arnaldo Brasil 3 x 0 Escócia | Melhores Momentos | Copa 2026 Vini Jr fala sobre gol anulado e exalta Neymar: 'Volta o nosso ídolo'