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Foi um dia de Copa do Brasil no Maracanã, palco da ida da semifinal entre Fluminense e Vasco, que terminou com a vitória do Vasco por 2 a 1 [ ]. No primeiro tempo, o Flu abriu o placar com Serna, em jogada ensaiada que passou por três marcadores; na segunda metade, o Vasco virou com Rayan e Vegetti, mantendo a eliminatória em aberto [ ]. Logo após o intervalo, Thiago Silva, capitão do Fluminense, reconheceu que o time parou de jogar, sinalizando uma dor de cabeça emocional que persiste em jogos decisivos [ ]. Apesar da derrota, o discurso de terra arrasada não pode entrar no vestiário, e há confiança de que a Copa do Brasil é decidida em 180 minutos. Zubeldía e Diniz mantêm o foco no retorno, esclarecendo que ainda há jogo pela frente e que ajustes serão necessários para buscar a virada [ ]. Por outro lado, Zubeldía reclamou de gol vascaíno, apontando que o árbitro não poderia ter recomeçado três metros de onde foi a falta; o episódio foi analisado com detalhes pela cobertura do UOL, destacando a importância da disputa no jogo de volta [ ]. Na visão de quem escreve, Juca Kfouri lembra que favoritismo é apenas favoritismo, mesmo com Cruzeiro e Fluminense figurando entre os favoritos; a opinião publicada no UOL gera debates sobre previsões e cobranças diante da virada em casa [ ]. A decisão fica para domingo, novamente no Maracanã, com o Vasco mantendo a vantagem do empate e o Fluminense buscando dois gols para forçar as cobranças de pênaltis; o duelo promete novo capítulo da história Tricolor nesta semifinal [ ]. Foi uma noite de emoções fortes, de cobranças, de ajustes táticos e da esperança da torcida tricolor em buscar a virada, mesmo diante de uma batalha que ainda não terminou.