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Futebol Gol anulado do Palmeiras vai pautar reunião da arbitragem com clubes Igor Siqueira Do UOL, no Rio de Janeiro 11/05/2026 12h08 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O lance que resultou na anulação do que seria o segundo gol do Palmeiras diante do Remo, pelo Brasileirão, vai permear a discussão na reunião de hoje entre a comissão de arbitragem e os clubes da Série A do Brasileirão. A jogada gerou reclamação palmeirense, por entender que o lance deveria ser validado, à luz do que diz a regra sobre jogadas desse tipo (quando a bola toca na mão do atacante de forma involuntária e sobra para um companheiro fazer o gol). O cenário está embaralhado, mesmo para pessoas com experiência na arbitragem. Pedro Lopes Seleção já previa Estêvão fora da Copa do Mundo Sakamoto Explosão revela problema que pode estourar em SP Graciliano Rocha Como a Elo avança para estrear em Wall Street Josias de Souza O bolsonarismo polarizou a bactéria O ponto é que instruções vindas da Fifa têm indicado aos árbitros que, apesar do que diz o texto da regra, jogadas como essa devem ser marcadas, segundo UOL apurou. É a chamada "mão sancionável", como mencionou o árbitro Rafael Rodrigo Klein ao analisar o lance no VAR. O áudio do árbitro de vídeo, comandado por Rafael Traci, revelou essa visão. Mão sancionável é aquela em que o toque na bola acontece, por exemplo, se o jogador amplia o corpo de forma antinatural. Mesmo se o braço estiver abaixado ou elevado, formando um ângulo de 90°. Na visão de quem atua na CBF, não é, portanto, essa orientação diferente não uma questão que tenha nascido na comissão de arbitragem brasileira, mas, sim, o eco do que os instrutores da Fifa trouxeram, por exemplo, no treinamento que aconteceu em janeiro com os árbitros selecionados para a Copa do Mundo. O seminário da Fifa no Rio reuniu os árbitros selecionados de Conmebol e Concacaf. Diante disso, até o momento, o lance do Remo x Palmeiras é tratado como interpretativo, segundo o UOL apurou. E se Klein viu mão sancionável, como se fosse um passe para gol, a marcação da infração seria cabível nesse cenário. No livro de regra da Fifa, a mão na bola como ampliação do espaço corporal pode ser marcada mesmo se o braço estiver abaixado (ou independentemente do ângulo, caso não esteja colado ao corpo). Continua após a publicidade O Palmeiras poderá trazer os questionamentos durante o encontro que geralmente começa às 16h. O que diz a regra Tocar na bola com a mão ou o braço Com a finalidade de determinar com clareza as infrações por toque na bola com a mão, o limite superior do braço se alinha com o ponto inferior da axila. Nem todos os contatos da mão ou do braço de um jogador com a bola constituem uma infração. No entanto, cometerá uma infração o jogador que: ? tocar na bola com sua mão ou seu braço deliberadamente; por exemplo, deslocando a mão ou o braço na direção da bola; Continua após a publicidade ? tocar na bola com sua mão ou seu braço quando estes ampliarem o corpo do jogador de maneira antinatural. Considera-se que um jogador amplia seu corpo de forma antinatural quando a posição de sua mão ou seu braço não for consequência do movimento do corpo nessa ação específica ou não puder ser justificada por esse movimento. Ao colocar a mão ou o braço nessa posição, o jogador assume o risco de que a bola acerte essa parte de seu corpo e de que isso constitua uma infração; ? marcar um gol no adversário: diretamente com a mão ou o braço, mesmo que em uma ação acidental, incluindo por parte do goleiro da equipe atacante; ? imediatamente depois de a bola tocar na mão ou no braço, mesmo que de maneira acidental. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Bolão do PR acerta Lotofácil e ganha prêmio de R$ 1,4 milhão; veja dezenas Por que beber detergente, mesmo em pequenas doses, pode ser perigoso? Wesley Batista elogia EUA e filho de Trump brinca: 'Está contratado' Palmeiras diz que vê erro reconhecido por CBF e nega pedido para punir juiz Quina acumula, e prêmio vai a R$ 17,5 milhões; confira as dezenas