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Ontem a crônica esportiva brasileira ganhou um tempero de teoria e curiosidade: Ancelotti deveria ter sido tão racional quanto Jesus sobre Neymar . Jorge Jesus, apresentado como novo técnico de Portugal, deixou claro que só manteria em campo astros que rendem no campo, citando Cristiano Ronaldo e Neymar . Na órbita da seleção brasileira, Neymar foi chamado na convocação mesmo contundido, e Ancelotti, citado como possível comandante, simboliza o drama de escolhas que ainda estão por se confirmar, conforme a leitura da coluna . Outra nota é que Neymar não foi escalado no Saudita, e saiu do clube na sequência, uma nova curva no enredo que alimenta o debate entre planejamento e acaso . Por fim, fica o pulso da torcida: se o time tivesse sido mais racional, talvez a história da Copa 2026 fosse diferente. O cronista fecha o dia com ironia contida e o desejo de ver o Brasil jogar com cabeça fria, coração aberto e menos truques .