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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Hexa, teu nome é tédio Milly Lacombe Colunista do UOL 13/06/2026 21h27 Deixe seu comentário Bruno Guimarães em ação durante Brasil x Marrocos, duelo da Copa do Mundo Imagem: REUTERS/Dylan Martinez Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Como previmos, o Brasil sofreu diante do Marrocos. Começou levando um baile, conseguiu equilibrar o jogo, sofreu o gol, empatou e depois presenteou a torcida com uma hora e meia de tédio. Que jogo horroroso e covarde fez o Brasil. Do outro lado, o Marrocos, uma escola pouco tradicional do futebol, mas atualmente mais vibrante do que a nossa, controlava o ritmo. Bouaddi, o camisa 6, foi o dono do jogo. Fez o que quis, quando quis, enquanto os brasileiros corriam no estilo barata-voa de um lado para o outro. Ibañez, nervoso, foi mal. Vini indicou que estava a fim, mas errou bastante ainda que tenha feito um golaço. Raphinha parece não saber onde exatamente jogar. Casemiro não deu o ar da graça; Paquetá apareceu um pouco mais mas - falemos francamente - é Paquetá. Bom jogador, mas nada além disso. Igor Thiago, indeciso. Douglas Santos, pouco participativo, como o restante do time. Enfim, um Brasil pálido, nada vibrante, carrancudo, recuado, levando olé do Marrocos. Podemos melhorar, obviamente. Mas para isso Ancelotti teria que dar titularidade a Danilo Santos, Endrick e Luiz Henrique, e ele dificilmente fará isso. A realidade é que atualmente somos como o Marrocos. Nada contra o time africano; trata-se de uma outra escola, de um futebol que vem ganhando espaço e vigor. O Brasil é que desencantou de forma arrebatadora mesmo e não acho que um treinador italiano recém-chegado vá conseguir resolver a parada. Milly Lacombe Que jogo horroroso e covarde fez o Brasil Rodrigo Mattos A incompreensível opção de Ancelotti por Igor Thiago Rodrigo Ratier Se a Copa não dá lucro, por que querem sediá-la? Sakamoto Escravidão de jovens lembra lado ruim do futebol Vi a partida ao lado de minha mãe, italiana que, quando a Itália joga, fica dividida entre suas duas nações. Como não tinha Itália na parada, ela estava 100% com o time de Ancelotti. No começo do jogo, se mostrou ofendidíssima porque julgou que eu não estava torcendo com muita convicção para o Brasil. Ficava repetindo que somos brasileiras, que eu devia torcer com mais força, que aquilo era uma afronta. Na metade do segundo tempo, ela já tinha perdido o interesse e ficava perguntando se estava acabando. Ao final, disse que se sentia entediada e que apenas um sorvete de pistache seria capaz de devolver a ela alguma alegria. Agora, por culpa desse time, lá vou eu ter que sair para comprar um sorvete de pistache. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Milly Lacombe por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora A conta chega: dupla do basquete perde final histórica da NBA por misoginia Resumo da novela 'Quem Ama Cuida' da semana: capítulos de 15/6 a 20/6 A incompreensível opção de Ancelotti por Igor Thiago Ancelotti vê time ansioso, mas se diz satisfeito com empate do Brasil Brasil joga mal e Vinicius Júnior salva em golaço isolado