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Futebol Danilo Santos vai do pavor com Tite a possível titular nas oitavas da Copa Danilo Lavieri , Paulo Vinicius Coelho (PVC) , Pedro Lopes e Thiago Rabelo Do UOL, em Nova Jersey (EUA) 04/07/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Danilo, do Botafogo, em atuação pela seleção brasileira contra o Panamá Imagem: Thiago Ribeiro/AGIF Quando Danilo Santos foi convocado pela primeira vez para a seleção brasileira, em junho de 2022, chegou cercado de expectativa. Um dos destaques do Palmeiras que caminhava para o título brasileiro, ele foi chamado por Tite pela intensidade que apresentava. Era a "perninha rápida", como definiu o treinador, mas acabou escanteado por não conseguir corresponder nem nos treinos feitos na Ásia para enfrentar Coreia do Sul e Japão. Quatro anos depois, o cenário mudou completamente. Às vésperas das oitavas de final da Copa do Mundo, contra a Noruega, neste domingo, às 17h (de Brasília), em Nova Jersey, Danilo deixou de ser uma aposta para se tornar um dos principais candidatos a uma vaga entre os titulares de Carlo Ancelotti. Ele concorre com Gabriel Martinelli para substituir o lesionado Lucas Paquetá. A mudança passa justamente pela primeira experiência com a camisa da seleção e pela rodagem que teve nos últimos quatro anos. Chamado novamente às vésperas da Copa, desta vez, ele correspondeu. E muito. Mauro Cezar Argentina foi finalmente testada. E deixou a desejar Juca Kfouri Lionel Messi busca a imortalidade em vida Alicia Klein Por que esta Copa não tem 'musas' nas transmissões Maria Prata A beleza na era das selfies e da inteligência artificial Naquela convocação de 2022, Danilo não conseguiu reproduzir nos treinamentos o futebol que o levou à seleção. A comissão técnica de Tite avaliou que o volante havia sentido o peso da primeira convocação. O reflexo apareceu rapidamente: ficou fora até do banco de reservas contra a Coreia do Sul, foi relacionado diante do Japão, mas não entrou em campo. Na prática, atravessou o mundo sem estrear. "Ele sentiu o peso da ocasião. Sentiu a pressão de estar lá pela primeira vez", disse um membro daquela comissão técnica na ocasião. Hoje, o próprio Danilo admite que sentiu a pressão, mas o cenário é outro. Nas oportunidades que recebeu com Ancelotti, respondeu em campo. Foi um dos destaques no segundo tempo contra a França, marcou gol na vitória sobre a Croácia, que garantiu o chamado para a Copa, e teve boa atuação diante do Panamá, já na reta final da preparação para o Mundial. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês A maturidade também veio da trajetória no clube. Promovido ao profissional do Palmeiras por Vanderlei Luxemburgo em 2020, quando o clube passou a apostar mais na base, Danilo nem era o jogador mais badalado daquela geração. Subiu ao lado de Patrick de Paula, Gabriel Menino e Gabriel Veron, mas foi quem conseguiu se firmar, conquistar espaço e ser vendido ao Nottingham Forest, da Inglaterra. Na Europa, uma grave fratura no tornozelo esquerdo interrompeu sua evolução. A retomada aconteceu no Botafogo, onde voltou a atuar em alto nível, virou um dos destaques do Brasileirão e se aproximou da comissão técnica da seleção, inclusive trabalhando de perto com Davide Ancelotti. Agora, vive a maior inversão de roteiro da carreira na seleção. O jogador que, em 2022, atravessou o mundo sem sair do banco, chega à Copa de 2026 como forte candidato a ser titular justamente em jogo de mata mata. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Por que esta Copa do Mundo não tem ?musas? nas transmissões Sprint: Antonelli bate Hamilton em briga 'energética' e vence na Inglaterra Caso Gisele: testemunhas relatam pânico de depor diante de tenente-coronel Brasil fica atrás de 3 seleções na briga pelo título da Copa; veja chances Jogador explica por que cumprimentou Claus após expulsão na Copa: 'Exemplo'