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Análise dos Times

Palavras-Chave

Entidades Principais

Manoela Penna COB Marco La Porta Daiane dos Santos Gustavo Kuerten Jackie Silva Sandra Pires Oscar Schmidt Alex Welter Lars Björkström Ricardo Emanuel Rego Torben Grael Vanderlei Cordeiro de Lima Edinanci Silva Afrânio Costa

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LENDAS DO ESPORTE SÃO HOMENAGEADAS NO HALL DA FAMA DO COB Quatro campeões olímpicos e o Mão Santa são os novos membros do Hall da Fama do COB (Comitê Olímpico do Brasil). Os novos nomes da lista em 2026 são as duplas Alex Welter e Lars Björkström, que faturou a primeira medalha de ouro olímpica da vela brasileira, em Moscou 1980; a dupla Ricardo e Emanuel Rego, campeões olímpicos no vôlei de praia em Atenas 2004; e Oscar Schmidt, que disputou cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos no basquete, marcando mais de 1.000 pontos. Segundo o ge apurou, os nomes da turma de 2026 devem receber oficialmente a homenagem em cerimônia que deve repetir o formato do ano passado, no hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, em meados de maio. + Leia mais sobre Olimpíadas + Academia do BBB 26 exibe peças originais de atletas olímpicos; veja fotos 1 de 3 Oscar Schmidt durante palestra — Foto: Reprodução/Assessoria Oscar Schmidt durante palestra — Foto: Reprodução/Assessoria - O Hall da Fama do COB tem o papel de preservar e celebrar o legado daqueles que marcaram o esporte olímpico brasileiro. Com a indicação dos novos nomes, reconhecemos trajetórias que ultrapassam resultados e medalhas, deixando contribuições duradouras para o desenvolvimento das modalidades e para a formação de uma verdadeira Nação Esportiva - disse Manoela Penna, diretora de Comunicação, Marketing e Valores Olímpicos do comitê. Lançado em 2018 para exaltar e enaltecer a história olímpica brasileira, o Hall da Fama do COB já homenageou 39 personalidades do esporte nacional. Os primeiros atletas homenageados foram Torben Grael (vela), a dupla Sandra Pires e Jackie Silva (vôlei de praia) e Vanderlei Cordeiro de Lima (atletismo). Na mais recente cerimônia, em maio de 2025, foram condecorados mais quatro grandes nomes do esporte nacional: Daiane dos Santos (ginástica artística), Edinanci Silva (judô), Gustavo Kuerten (tênis) e Afrânio Costa, in memoriam, (tiro esportivo). 2 de 3 Alex Welter e Lars Bjorkstrom, Moscou 1980 — Foto: Otavio Magalhães / Agência O Globo Alex Welter e Lars Bjorkstrom, Moscou 1980 — Foto: Otavio Magalhães / Agência O Globo Os novos membros deixarão seus pés ou mãos eternizadas em moldes e receberão homenagens em uma cerimônia especial. Além disso, toda a vida e obra dos homenageados estarão disponíveis na página do Hall da Fama digital, no site do COB. O espaço contempla biografia completa, vídeos, fotos, páginas de jornal com seus feitos e um espaço para que os fãs do esporte deixem recados. - É um orgulho enorme para o COB homenagear esses gigantes. Quanto nossas novas gerações têm a aprender com a história dos nossos primeiros campeões olímpicos da vela e do vôlei de praia, que nos colocaram no topo do mundo dessas modalidades com seu talento. E o que falar do nosso maior ídolo do basquete, que integra o hall da fama da FIBA e da NBA, mesmo sem ter atuado por lá? Não é só sobre reconhecer os grandes feitos e guardar seus nomes na história, é garantir que suas trajetórias sigam inspirando, sigam vivas para sempre, como um farol, dentro do esporte olímpico brasileiro - afirmou o presidente do COB, Marco La Porta. 3 de 3 Emanuel Rego e Ricardo Santos em Atenas 2004 — Foto: Friedemann Vogel/Bongarts/Getty Images Emanuel Rego e Ricardo Santos em Atenas 2004 — Foto: Friedemann Vogel/Bongarts/Getty Images BIOGRAFIAS DA TURMA DE 2026 Alex Welter e Lars Björkström - Vela Alex Welter e Lars Björkström formaram uma das duplas mais emblemáticas da história da vela olímpica brasileira. Juntos, conquistaram a primeira medalha de ouro olímpica da modalidade para o Brasil, na classe Tornado, nos Jogos Olímpicos de Moscou 1980, encerrando um jejum de 24 anos sem títulos olímpicos do país. A parceria teve início em 1976 e rapidamente se destacou no cenário internacional, garantindo vaga em competições mundiais e olímpicas. Mesmo após o fim da carreira competitiva, ambos mantiveram forte ligação com o Movimento Olímpico, atuando como voluntários nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Atualmente, eles são reconhecidos como os campeões olímpicos brasileiros vivos mais velhos. Ricardo Santos e Emanuel Rego - Vôlei de Praia Ricardo Santos e Emanuel Rego estão entre as maiores duplas da história do vôlei de praia mundial. Campeões olímpicos nos Jogos de Atenas 2004, a dupla voltou ao pódio em Pequim 2008, com a medalha de bronze, comprovando sua consistência em alto nível. No circuito internacional, foram campeões mundiais em 2003 e conquistaram cinco títulos do Circuito Mundial, além da medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos Rio 2007. O legado de Ricardo e Emanuel foi fundamental para consolidar o vôlei de praia como uma das modalidades mais vitoriosas do esporte olímpico brasileiro. Oscar Schmidt - Basquete Oscar Schmidt, conhecido como Mão Santa, é um dos maiores nomes da história do basquete. Recordista brasileiro em participações olímpicas, disputou cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos e se tornou o único atleta a ultrapassar a marca de 1.000 pontos na história da competição. Ícone do esporte internacional, integra o Hall da Fama da FIBA e, de forma inédita, também o Hall da Fama da NBA, mesmo sem nunca ter atuado na liga. Reconhecido por sua genialidade e impacto global, foi eleito um dos 100 maiores jogadores de basquete de todos os tempos. Marcel Merguizo comenta ausência de João Fonseca na Davis, saída de Isaquias do Flamengo e Olimpíadas de Inverno