🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Palavras-Chave

Entidades Principais

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Palmeiras não podia segurar Allan Alicia Klein Colunista do UOL 24/08/2026 17h30 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O Palmeiras acertou a venda de Allan para o Manchester City em uma negociação que pode chegar a 40 milhões de euros. Duzentos e quarenta milhões de reais. Um quarto de bilhão de dinheiros. Uma proposta irrecusável no cenário do futebol brasileiro, mesmo para um clube organizado financeiramente. Mas nem é por isso que o Alviverde não tinha opção senão vender seu meia-atacante titular. Aos 22 anos, Allan recebeu a oportunidade dos sonhos de qualquer jogador de futebol: ganhar uma bolada inimaginável e atuar em um dos melhores times do mundo, que ele provavelmente passou a adolescência vendo na TV e no videogame, com chances reais de disputar os maiores títulos do planeta. Não é algo que se tire da cabeça do adulto mais maduro, que dirá de um jovem de 22 anos. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Imagine alguém chegar para você, nos seus 20 anos, e dizer: sabe aquela proposta de emprego da vida? Espera até o ano que vem. Segura mais um pouco aqui na firma, para você amadurecer. Ah, claro. Você entenderia a importância deste crescimento e seguiria trabalhando feliz como nunca. Classificação e jogos Brasileirão Especialmente na carreira de atletas de alto rendimento, um ano pode significar muita coisa. Taças, glórias, ainda mais dinheiro. Ou fracassos, ligamentos rompidos, declínio. Não há garantia de uma boa temporada, nem de uma temporada saudável. No futebol, infelizmente, só existe o agora. Clubes como o Palmeiras não precisam vender o almoço para pagar a janta e podem cuidar da base com calma, sem sacrificar as crias para fechar as contas do mês. Mas uma vez que elas chegam ao profissional, brilham e recebem a atenção pela qual lutaram desde criança? bom, aí é como filho: precisa soltar no mundo. Sob o risco de segurar em casa um garoto que não queria estar ali. Um corpo desprovido de alma, assistindo aos jogos da Premier League e da Champions, ressentido com quem se colocou no caminho do seu sonho — e da sua família. Adoraria dizer que precisamos segurar nossos craques por mais tempo. Adoraria também que nosso calendário, nossos gramados, nossos dirigentes e nossas arbitragens fossem menos medíocres. Enquanto esse não for o caso, as crias vão sempre querer voar. Siga Alicia Klein no Instagram Se inscreva no canal de Alicia Klein e Milly Lacombe no YouTube Assine a newsletter da Alicia Klein Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Alicia Klein por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Qual exercício ajuda a aliviar gases e 'destravar' o intestino mais rápido? Médico é levado à polícia por chamar mulher para atendimento em 'cativeiro' Flávia Saraiva é ouro nas barras assimétricas em etapa da Copa do Mundo TSE aceita abrir ação de Flávio contra Lula por desfile no Carnaval do Rio Cúpula do Master citou advogada que recebeu R$ 33 mi como 'sócia' de Gilmar