Conteúdo Original
Futebol Justiça mantém promotor em ação contra vice do Corinthians no Caso Nike Fábio Lázaro Do UOL, em São Paulo 27/08/2026 12h09 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians Imagem: Livia Camillo/UOL Esporte A Justiça de São Paulo rejeitou o pedido da defesa de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, para tirar o promotor Cássio Roberto Conserino do Caso Nike. A decisão foi tomada pela juíza Amanda Eiko Sato, da 25ª Vara Criminal da Barra Funda. O que aconteceu A juíza entendeu que os advogados não apresentaram provas suficientes de que Conserino deveria deixar o processo. Com isso, o promotor seguirá responsável pela ação que apura supostos crimes envolvendo a retirada de materiais esportivos dos almoxarifados do Corinthians. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Amanda Eiko Sato também determinou, em caráter de urgência, a expedição de um mandado para citar Armando no processo. A decisão foi publicada na quarta-feira (26). A defesa sustentava que Conserino não teria a imparcialidade necessária para atuar no caso. Os advogados também pediram que a denúncia feita pelo promotor e todos os atos conduzidos por ele fossem anulados. Entre os argumentos, a defesa mencionou publicações de Conserino sobre o Corinthians nas redes sociais, manifestações sobre a política interna do clube e a participação do promotor em um evento do SAFiel. Os advogados também contestaram a forma como o Ministério Público conduziu as investigações. Conserino negou as acusações e afirmou que recebeu o caso por distribuição eletrônica, sem qualquer escolha pessoal. O promotor também disse não ter interesse no resultado da ação. O pedido de afastamento chegou a ser analisado pela Procuradoria-Geral de Justiça de São Paulo. O procurador-geral Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, porém, decidiu que a definição caberia à juíza responsável pelo processo. Amanda Eiko Sato concluiu que os argumentos da defesa não se encaixavam nas situações previstas em lei para afastar um promotor. A magistrada também mandou retirar do processo uma fotografia de um familiar de Conserino. Continua após a publicidade O que é investigado no Caso Nike Armando virou réu em junho, quando a Justiça aceitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público. O dirigente responde por quatro acusações: apropriação indébita qualificada e continuada, tentativa de apropriação indébita qualificada, furto qualificado mediante abuso de confiança e coação no curso do processo. Segundo a acusação, Armando teria se apropriado de 131 itens esportivos pertencentes ao Corinthians. O Ministério Público também afirma que ele tentou retirar 19 camisas especiais da NFL e levou outras oito peças. A investigação começou após uma auditoria interna sobre o controle dos materiais fornecidos pela Nike ao Corinthians. O levantamento identificou falhas nos registros e no fluxo de produtos dos almoxarifados do Parque São Jorge e do CT Joaquim Grava. A Justiça aceitou a denúncia, mas rejeitou os pedidos do Ministério Público para afastar Armando do quadro associativo, impedir sua entrada nas dependências do Corinthians e proibir o contato com outros integrantes da administração. Armando nega todas as acusações. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Empresário é condenado por agredir ex-Miss Rio Branco; defesa vai recorrer Lula diz que quer ganhar eleições para manter Jair Bolsonaro preso Flávia Saraiva é ouro nas barras assimétricas em etapa da Copa do Mundo Médico é levado à polícia por chamar mulher para atendimento em 'cativeiro' Eleição já sofre cerco dos EUA. Resta saber alcance da mão peluda de Trump