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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Marrocos é surpreendido pelo Canadá, mas prevalece e segue em frente Juca Kfouri Colunista do UOL 04/07/2026 16h03 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Senhoras e senhores, o homem mordia o cachorro no Texas. Nos dez minutos iniciais o marroquino Bounou teve de fazer quatro defesas difíceis e o goleiro canadense permanecia incógnito, só teve de aparecer aos 28 minutos. O Canadá amassava Marrocos sem a menor cerimônia, avassalador. José Trajano Brasil fica em desvantagem no meio com Martinelli PVC Por que Martinelli deve ser titular contra a Noruega Mauro Cezar França bate Paraguai que, eliminado, se liberta da bola Casagrande França faz bem ao futebol ao eliminar o Paraguai Precedidos por favoritismo quase unânime, os africanos pareciam o pão amassado pelo diabo e ainda perderam, por lesão, seu principal atacante, Ismael Saibari, do Bayern Munique, aos 20 minutos. Quando o intervalo chegou sem gols, os marroquinos agradeceram aos deuses dos estádios o empate imerecido. De futebol incipiente, os norte-americanos não economizavam em faltas e abriam a caixa de ferramentas para impedir os contra-ataques, única arma que restava aos adversários. Assine UOL e ganhe acesso a conteúdos exclusivos + uma camiseta da loja de UOL Esporte para torcer na Copa. Rústico e mais brigado que jogado, o primeiro tempo terminou com 15 faltas a 6 para o Canadá, mas com 4 a 2 em cartões amarelos para Marrocos, com futebol em baixa. Logo no 3º minuto do segundo tempo os canadenses fizeram a 16ª falta e receberam o 3º cartão amarelo. Pior: Hakimi bateu a falta pela direita, rasteira, na altura da meia lua e Ounahi bateu seco, indefensável, para fazer 1 a 0, cumprir com as expectativas e castigar quem jogou melhor, mas não pontuou. E futebol, você sabe, é bola na rede. Continua após a publicidade O estádio em Houston recebia mais marroquinos que canadenses e via a seleção de uma das três sedes se despedir da Copa. Só que os canadenses discordavam, recusavam despedida que consideravam precoce. E pressionavam. Meio na base mais no coração que na organização e Bounou trabalhava, Quando, aos 81, Marrocos parecia estar mais para Marrakesh que para Casablanca, os marroquinos contra-atacaram com Brahím Diaz e, dentro da área, depois de corte seco, ele deu com açúcar par Ounahi marcar novamente: 2 a 0. Aí virou festa e, aos 85, o travessão trabalhou para evitar o 3 a 0. Inevitável aos 98, com Rahimi, que veio do banco para fazer o terceiro gol. Outra vez, como no Qatar, os marroquinos estão entre os oito finalistas. Continua após a publicidade E, embora com a melhor campanha de sua história em Copas, na terceira participação, dificilmente alguém convencerá os canadenses de que a perda, por grave fratura, do meio-campista Koné, na goleada sobre o Qatar, não foi decisiva para a eliminação. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Lavieri: Futebol não precisa ser bonito e se transformar em basquete Jornal destaca 'mudança' de Endrick na carreira: 'A nova versão assusta' Arnaldo: Paraguai não tem mérito nenhum, e antijogo não faz parte da Copa Goleiro do Paraguai diz por que jogou bola em Mbappé: 'Momento de raiva' Thiago Lacerda posta foto rara da filha Cora: 'Amor colorido da minha vida'