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Neymar apareceu ontem no sofá do Altas Horas para repetir um desejo que soa quase como promessa: voltar a ficar 100% fisicamente para poder ajudar o Brasil na Copa do Mundo de 2026, um objetivo que ele repete entre determinação e cautela enquanto trata as contusões recentes. [ ] Na conversa, o atacante falou do trabalho de recuperação e do treino diário — um esforço reforçado depois de retornar ao Santos em janeiro e sofrer, desde então, três lesões musculares que atrapalharam sua sequência. A trajetória sugere paciência forçada e treino redobrado para reconquistar o condicionamento ideal. [ ] A ausência de Neymar da seleção desde outubro de 2023 também foi lembrada: naquele mês ele se lesionou na derrota para o Uruguai, episódio ocorrido ainda sob o comando de Fernando Diniz — um ponto de inflexão que o jogador tenta superar para voltar ao time. [ ] Do outro lado, a comissão técnica e a discussão sobre critérios aparecem claras: Carlo Ancelotti ressaltou que o aspecto físico é determinante nas escolhas da seleção, lembrando que, se um atleta não estiver 100%, pode abrir espaço para outro. Esse debate aumenta a pressão sobre quem retorna de lesão. [ ] Para completar o cenário de expectativa, a convocação marcada para 3 de novembro e os amistosos contra Senegal e Tunísia aparecem como prazos imediatos: são oportunidades e, ao mesmo tempo, um relógio que corre para quem tenta mostrar que está pronto. No ar, a sensação era de esperança medida — mais vontade do que garantia, e muita responsabilidade no peito do camisa 10. [ ]