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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Esporte Retranca ou jogo mais faceiro? O que fará o Haiti frente ao Brasil? Mauro Cezar Pereira Colunista do UOL 18/06/2026 19h44 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Bellegarde na estreia do Haiti na Copa Imagem: Icon Sportswire/Icon Sportswire via Getty Images Não poderia ser diferente. A seleção haitiana chega ao confronto contra o Brasil com a consciência clara da grande diferença técnica entre as duas equipes. O Haiti é modesto no futebol mundial, com poucas participações em competições de alto nível. Diante dos pentacampeões, a missão dos haitianos será extremamente difícil, mas a oportunidade de medir forças contra uma das equipes mais tradicionais do mundo é importante para o crescimento do futebol no país. O futebol haitiano evolui de forma lenta, principalmente por conta de problemas estruturais e instabilidade política no país. A maior parte dos jogadores da atual geração atua em ligas de menor expressão ou em divisões inferiores de países europeus e norte-americanos. Isso que limita o nível de competitividade da equipe. O atacante Frantzdy Pierrot é rodado, passou por diferentes países, hoje atua na Turquia e está vinculado a um clube grego. Duckens Nazon tem trajetória ainda mais movimentada e também joga no futebol turco. São referências ofensivas do time. Mas a evidente superioridade brasileira em posse de bola, criação de jogadas e finalização deve pressionar bastante a defesa haitiana ao longo dos 90 minutos. Juca Kfouri A triste goleada do Canadá sobre o Qatar Mariana Barbosa A origem das ligações de Jaques Wagner com Master Josias de Souza Wagner enfia espinho do Master no pé de Lula Mauro Cezar O que fará o Haiti frente ao Brasil? Mas a grande história do elenco é a de Jean-Ricner Bellegarde, que nasceu e foi criado em França. Filho de haitiano, mesmo defendendo seleções de base francesas, inclusive atuando no conhecido Torneio de Toulon, no ano passado decidiu representar o Haiti, onde jamais esteve. Ele é atleta do Wolverhampton, rebaixado à segunda divisão inglesa após temporada ruim na Premier League, pela qual fez 26 partidas, 15 como titular na última temporada. Para tentar complicar o jogo, o Haiti precisará ser muito organizado defensivamente, evitar erros individuais e tentar explorar espaços nas transições ofensivas. Qualquer resultado positivo, como um empate ou uma derrota por placar pequeno, já seria considerado um feito importante para a equipe caribenha. Resta saber se os haitianos serão faceiros como Curaçao, que acabou levando 7 a 1 da Alemanha, ou pragmaticamente defensivos, e eficientes, como Cabo Verde no 0 a 0 com a Espanha. Siga Mauro Cezar no X Siga Mauro Cezar no Instagram Siga Mauro Cezar no Facebook Continua após a publicidade Inscreva-se no Canal Mauro Cezar no YouTube Siga Mauro Cezar no Threads Siga Mauro Cezar no BlueSky Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Mauro Cezar Pereira por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Meia do Canadá quebra a perna após dividida em jogo contra o Qatar na Copa Mega-Sena acumula e prêmio sobe para R$ 42 milhões; confira as dezenas Canadá domina e goleia desnorteado Qatar, mas sofre com grave lesão de meia Seis apostas de SP, MG, MA, PR e CE acertam Lotofácil e levam R$ 1,5 milhão Ancelotti confirma que fará mudança na seleção, mas não comunicou jogadores