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Futebol Diniz vive 1ª crise no Corinthians enquanto busca recuperar protagonistas Fábio Lázaro Do UOL, em São Paulo (SP) 08/09/2026 11h23 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Diniz irritado durante derrota do Corinthians para a Chapecoense Imagem: Marcello Zambrana/AGIF Fernando Diniz enfrenta a primeira sequência de pressão desde que assumiu o Corinthians. O treinador tenta recuperar jogadores que sustentaram o melhor período do trabalho, pouco após sua chegada ao clube, no início de abril. Pilares em queda Rodrigo Garro é o principal exemplo de queda na produção decisiva. O argentino chegou a maio com dez assistências em 27 partidas na temporada, sendo sete desde a chegada de Diniz. Nos 15 compromissos seguintes, porém, deu apenas mais um passe para gol. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Garro continua participando da construção das jogadas, mas não marcou nem deu assistência nas quatro derrotas seguidas do Brasileiro. Sua última participação direta ocorreu na vitória por 2 a 0 sobre o Red Bull Bragantino, em 9 de agosto. Breno Bidon também oscilou no Brasileiro, embora tenha sido decisivo na classificação corintiana às quartas de final da Libertadores, diante do Rosario Central, da Argentina. O meia marcou três gols nos primeiros 26 jogos da temporada, mas balançou a rede apenas mais uma vez desde então, justamente contra os argentinos, pela Libertadores. Matheuzinho manteve avaliações individuais regulares, mas perdeu participação ofensiva durante a sequência. O lateral não participa de um gol desde o triunfo sobre o Bragantino e foi preservado contra o Coritiba por causa da carga acumulada de partidas. Memphis ainda procura ritmo Memphis voltou a passar em branco contra a Chapecoense Imagem: Marcello Zambrana/AGIF Diniz passou a contar com Memphis justamente quando a pressão sobre o trabalho aumentou. O treinador já havia manifestado o desejo de trabalhar com o holandês e classificou a renovação contratual como o principal reforço do Corinthians para a sequência da temporada. Continua após a publicidade Memphis voltou ao elenco após um período sem treinar com o grupo durante as negociações contratuais e teve uma retomada gradual. Desde então, foi titular duas vezes, começou outras duas partidas no banco e deu uma assistência, justamente no gol da classificação contra o Rosario Central. Após a derrota para a Chapecoense, porém, o jogador reconheceu que ainda busca recuperar o ritmo . A sequência ajuda a explicar a condição atual. Memphis fez apenas um treino coletivo antes do retorno, entrou no segundo tempo contra o Rosario, atuou 45 minutos diante do Coritiba, foi titular contra o Santos, sentiu dores no tornozelo e perdeu dois treinos no campo, antes de disputar cerca de 65 minutos contra a Chapecoense. O atacante ainda não atingiu o nível físico projetado pelo clube. Lesões também atrapalham trabalho As lesões de Yuri Alberto e André reduziram as alternativas da comissão. O centroavante está fora desde 30 de julho e sofreu uma ruptura parcial de fibrose durante a recuperação de uma lesão muscular. Continua após a publicidade O volante trata uma lesão de grau 2 na coxa esquerda. Para piorar, os transfer bans impedem o Corinthians de registrar reforços. Atrasos de direitos de imagem, premiações e salários completam o cenário enfrentado por Diniz. O treinador cobra soluções da diretoria, mas trabalha para que as pendências não sejam usadas pelo elenco como justificativa para os resultados. Relação entre desempenho e resultado As quatro derrotas seguidas no Brasileirão reduziram o aproveitamento de Diniz na competição de 61,1% para 45,8%. O Corinthians perdeu para Cruzeiro, Coritiba, Santos e Chapecoense e não somou pontos nas últimas quatro rodadas. Três dessas derrotas ocorreram na Neo Química Arena. Conforme apurou o UOL, a comissão técnica considera que a equipe produziu para conquistar pelo menos seis dos 12 pontos disputados. A avaliação interna é de que o Corinthians não foi amplamente superior nem dominado pelos adversários, mas perdeu eficiência e sofreu com a queda de influência de jogadores importantes. Continua após a publicidade O Timão teve mais posse de bola e finalizou mais que os rivais nas quatro partidas, mas encontrou dificuldades para transformar o volume ofensivo em chances claras e cometeu erros defensivos decisivos. Contra o Cruzeiro, foram 20 finalizações contra 15 e 1,36 gol esperado, diante de 1,28 do adversário. Diante do Coritiba, o Corinthians teve 65% de posse, 16 finalizações e 14 escanteios, mas terminou com apenas 0,68 gol esperado. Os dados são do Flashscore. Contra o Santos, foram 18 finalizações, mas apenas duas no alvo. Diante da Chapecoense, uma das bases consultadas apontou 2,07 gols esperados para o Corinthians e 0,90 para o adversário. Internamente, a comissão usa como comparação a vitória por 1 a 0 sobre o Rosario Centra. Naquela partida, o Corinthians teve 44% de posse, oito finalizações e 0,38 gol esperado, números inferiores aos registrados em parte das derrotas no Brasileiro. A tentativa de reação começa nesta quarta-feira, contra o Estudiantes, em La Plata. O Corinthians chega às quartas da Libertadores sem sofrer gols em cinco dos oito jogos disputados no torneio. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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