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Análise dos Times

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O Botafogo chegou à parada da Copa do Mundo com um elenco bem diferente daquele que iniciou a temporada e, apesar da crise financeira, conseguiu fazer contratações. A maioria não envolveu despesas de transferência. No geral, é possível listar 12 reforços ao elenco. Em meio a transfer bans, troca de técnico, crise fora de campo, o clube foi ao mercado em busca de reforços para praticamente todos os setores. Os nomes escolhidos foram: Riquelme, Ythallo, Lucas Villalba, Wallace Davi, Jhoan Hernández, Edenilson, Medina, Huguinho, Júnior Santos, Ferraresi, Caio Roque e Anthony. A maior parte das chegadas aconteceu por oportunidade, empréstimo ou aposta para o futuro. A exceção foi Villalba, comprado junto ao Nacional (Uruguai) por 3 milhões de dólares (R$ 16,3 milhões na cotação da época). Essa contratação, inclusive, resultou o sexto transfer ban do Botafogo na Fifa. 1 de 3 Medina marca pelo Botafogo sobre o Independiente Petrolero — Foto: Vitor Silva/Botafogo Medina marca pelo Botafogo sobre o Independiente Petrolero — Foto: Vitor Silva/Botafogo Medina, Edenilson e Ferraresi puxam a fila Medina chegou como o principal nome da janela. O argentino demorou a ficar à disposição por causa dos entraves do Botafogo com transfer ban e, aos poucos, foi conquistando o espaço no meio. Com boa saída de bola, mobilidade e capacidade de acelerar o jogo por dentro, ele deu ao time algo que faltava: um meia com mais dinâmica para ligar defesa e ataque. São 18 jogos e dois gols. Edenilson também termina o semestre em alta. Contratado como oportunidade de mercado, o volante entregou experiência, presença ofensiva e gols importantes. Virou uma peça segura para o elenco e ganhou espaço com diferentes comissões técnicas. Foram 21 jogos, quatro gols e três assistências. Ferraresi chegou por empréstimo do São Paulo e rapidamente ganhou espaço, se tornando da dupla ao lado de Barboza. Com a saída do companheiro para o Palmeiras, ele se tornou o titular absoluto da posição nos últimos jogos antes da parada. Já fez 16 jogos e marcou um gol. 2 de 3 Júnior Santos em Racing 2 x 3 Botafogo, pela Sul-Americana 2026 — Foto: Vitor Silva/BFR Júnior Santos em Racing 2 x 3 Botafogo, pela Sul-Americana 2026 — Foto: Vitor Silva/BFR Júnior Santos e Huguinho são importantes O retorno de Júnior Santos teve peso emocional e esportivo, apesar de não ser tratado como protagonista, é muito útil ao elenco. Ganhou importância aos poucos principalmente pela característica de dar profundidade ao time. Fez 14 jogos e marcou dois gols até a lesão. Huguinho chegou após o Botafogo solicitar o retorno do RWDM Brussels, clube da Eagle da Bélgica. No início, ficou integrado ao sub-20, mas, depois do afastamento de Danilo, ganhou destaque e se tornou uma peça importante no meio-campo, principalmente jogando ao lado de Medina. Fez quatro jogos e marcou um gol. Villalba ainda fica devendo Lucas Villalba foi o investimento mais relevante da janela. O uruguaio chegou como aposta para dar velocidade e profundidade pelos lados do campo, mas ainda não teve impacto proporcional ao valor investido. O atacante teve minutos, apareceu em alguns jogos, mas não se firmou. São 19 jogos, um gol e duas assistências. 3 de 3 Lucas Villalba em Botafogo 2 x 2 Coritiba, no Brasileirão 2025 — Foto: Vitor Silva/BFR Lucas Villalba em Botafogo 2 x 2 Coritiba, no Brasileirão 2025 — Foto: Vitor Silva/BFR Caio Roque, Jhoan Hernández, Ythallo, Wallace Davi, Anthony e Riquelme são apostas Caio Roque chegou para ser alternativa na lateral esquerda, mas teve pouco espaço, principalmente pela presença de Alex Telles como titular absoluto. Quando utilizado, cumpriu função, mas ainda não virou uma sombra real para a posição. Foram apenas seis jogos e uma assistência. Jhoan Hernández vive situação parecida. O colombiano é uma aposta jovem, com margem física e técnica, mas teve poucos minutos e oportunidade. Fez dois jogos pelo Carioca, um jogo pelo Brasileirão e um pela Sul-Americana. Ythallo chegou como aposta para o futuro e teve poucas oportunidades, mesmo com o Botafogo tendo problemas na zaga. Fez apenas sete jogos e não conseguiu se firmar como resposta imediata. Wallace Davi veio na negociação envolvendo Savarino e foi pouco utilizado, ficando inclusive no sub-20 por diversos momentos. O mesmo aconteceu com Riquelme, que fica na base. Anthony também não teve oportunidade no profissional. + ✅Clique aqui para seguir o canal ge Botafogo no WhatsApp 🗞️ Leia mais notícias do Botafogo 🎧 Ouça o podcast ge Botafogo 🎧 Assista: tudo sobre o Botafogo no ge, na Globo e no sportv 50 vídeos