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Análise dos Times

Psg

Principal

Motivo: O artigo foca na performance do PSG, com muitos lances de ataque e a descrição de seus gols de forma positiva.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: O texto descreve as ações do Bayern com um tom mais descritivo, ressaltando a resiliência, mas sem adjetivação explícita de favor ou contra.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Kane PSG Dembélé Kvaratskhelia Olise Liga dos Campeões Marquinhos Neuer Bayern Davies Kompany Safanov Luiz Díaz

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Futebol real no Parque dos Príncipes Juca Kfouri Colunista do UOL 28/04/2026 17h59 Deixe seu comentário Alphonso Davies, do Bayern, e Dembélé, do PSG, durante jogo pela semifinal da Liga dos Campeões Imagem: REUTERS/Gonzalo Fuentes Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Quem esperava por um grande jogo entre PSG e Bayern Munique não perdeu por esperar. Viu 15 minutos de estudos como se o jogo fosse de xadrez, não de futebol. Até pareceu que os dois timaços respeitariam os primeiros 90 dos 180 minutos para decidir na Alemanha. Alicia Klein Neymar volta a mostrar seu valor para o Santos Juca Kfouri Santos traz bom resultado, mas Neymar faz jogo ruim José Fucs Decisão da PGR sobre Gilmar mostra régua dupla Milly Lacombe Por que Hulk pode ser feliz no Fluminense Mas, aos 16, o colombiano Luiz Díaz sofreu pênalti e o inglês Harry Kane pôs os alemães na frente. Acabaram os estudos e a trégua. Aos 23, Dembélé perdeu gol cara a cara com o goleiro alemão Neuer, desses que atacante algum pode perder, muito menos o eleito como melhor do mundo. Quatro minutos antes o goleiro russo Safanov e o brasileiro Marquinhos haviam salvado o 2 a 0 dos pés do francês Olise. E dois minutos depois, em situação muito mais difícil, o georgiano Kvaratskhelia marcou um golaço para empatar 1 a 1. Virou um tome lá dá cá eletrizante. Continua após a publicidade Aos 32, Olise viu o português João Neves, Safanov e a trave salvarem o 2 a 1, mas, no minuto seguinte, o mesmo João Neves cabeceou escanteio para fazer o 2 a 1, para os franceses. Parecia mentira, porque não era mais xadrez e nem futebol parecia, mas basquete, pela intensidade, velocidade nas transições, incrível! Aos 41, Olise fez uma festa no miolo da área francês e empatou de novo: 2 a 2. Aos 43, bola no braço do canadense Davies na área e Dembélé levou o PSG em vantagem para o intervalo na cobrança do pênalti que ele mesmo havia provocado. O público que lotava o Parque dos Príncipes em Paris deveria sair do estádio e comprar novos ingressos. Impossível prever o que aconteceria no segundo tempo, além da certeza de que alemães não desistem nunca, embora dos 11 que começaram o jogo, apenas cinco fossem germânicos: Neuer, Tah, Kimmich, Musiala e Pavlovic. Continua após a publicidade Para o segundo tempo, o austríaco Laimer substituiu Davies, providência do treinador belga Vincent Kompany, que, suspenso, via o espetáculo de camarote, mas havia escalado o zagueiro canadense só para o primeiro tempo, pois vinha de lesão. É justo que você queira saber quantos franceses começaram o jogaço pelo PSG; só três: Doué, Emery e Dembélé. E o segundo tempo começou como terminou o primeiro. Aos 9, Laimer quase empatou. Aos 11, Kvaratskhelia, fez 4 a 2, e deixou o BM a grogue e, aos 13, Dembélé fez o 5 a 2, de maneira sensacional. Nem o mais otimista dos franceses imaginaria tamanha diferença e nem o mais pessimista dos alemães temeria tamanho desastre. Continua após a publicidade Mas, você sabe, os alemães não desistem nunca e, aos 20, o francês Upamecano, de cabeça, diminuiu: 3 a 5. Daí saiu Emery e entrou o espanhol Fabián Ruiz. Três minutos depois Luiz Díaz marcou mais um golaço e o placar virou por diferença mínima, em lançamento de Kane e drible final em Marquinhos: 4 a 5. Uma festa como os deuses dos estádios havia tempos não proporcionavam ao Planeta Bola. É claro que sempre haverá aquele estraga-prazeres que dirá que placar tão bailarino fala mais sobre defeito das defesas que de virtudes dos ataques, mas a verdade é outra: com 22 jogadores empenhados em vencer e em não parar. Só se ouvia alemão em Paris. Continua após a publicidade Aos 38, saíram o georgiano e o português Nuno Mendes para Mayulu e Lucas Hernandez, ambos franceses, jogarem no PSG e, em seguida, Mayulu acertou a trave do BM. O 5 a 4 prevaleceu e se eu fosse do PSG estaria muito preocupado. O jogo de hoje teve apenas um defeito: acabou! Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Neymar volta a mostrar seu valor para o Santos Mega-Sena acumula, e prêmio vai a R$ 130 milhões; veja as dezenas sorteadas Casa do Patrão: Boninho dá esporro geral após oração: 'Último aviso' PF devolve credenciais de agente dos EUA que atua no Brasil Relator no Conselho de Ética vota para suspender 3 deputados por motim