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Análise dos Times

Everton

Principal

Motivo: Tom levemente positivo: destaca consolidação financeira, novo estádio e progresso do clube sob TFG, mas registra críticas à gestão

Viés da Menção (Score: 0.2)

Motivo: Apenas menção factual de que é controlado pelo mesmo grupo, sem avaliação

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Citação neutra como interessado na compra de jogador, sem tom avaliativo

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

premier league roma everton nottingham forest folarin balogun david moyes friedkin group dan friedkin farhad moshiri harrison armstrong hill dickinson stadium roundhouse capital as cannes jason kidd

Conteúdo Original

O Everton pode mudar de dono menos de dois anos após a última troca de controle. O Friedkin Group (TFG), grupo americano que adquiriu o clube inglês em dezembro de 2024, está aberto à venda de sua participação majoritária e considera uma negociação integral caso encontre investidores considerados adequados para conduzir o futuro da equipe. A informação foi divulgada pelo The Athletic , e o clube confirmou que avalia diferentes possibilidades de investimento. ➡️ Tudo sobre os maiores craques no seu WhatsApp! Entre no Lance! Futebol Internacional! Inicialmente, a intenção era atrair investidores minoritários para ampliar os recursos disponíveis. Agora, a possibilidade de vender o controle do Everton também está na mesa. O grupo, liderado pelo empresário Dan Friedkin, não pretende negociar a qualquer custo e afirma que continuará apoiando o clube enquanto não encontrar um comprador que corresponda às expectativas. Em comunicado oficial, o Everton afirmou que, quando o TFG assumiu o clube, em dezembro de 2024, a instituição enfrentava dificuldades financeiras e esportivas. Desde então, a prioridade foi reorganizar as contas, garantir investimentos e concluir a transição para o novo estádio, o Hill Dickinson Stadium. — Com essa base agora consolidada, chegou o momento de considerar o próximo capítulo do Everton. Só vamos considerar propostas de interessados que acreditamos serem os responsáveis certos para levar o clube adiante e construir sobre o progresso alcançado — afirmou o clube em nota. O grupo americano adquiriu a participação de Farhad Moshiri, que detinha 94% das ações, por meio de sua empresa britânica Roundhouse Capital. Durante a gestão, o TFG refinanciou parte das dívidas e atraiu investimentos de sócios minoritários, entre eles o ex-técnico de basquete Jason Kidd e o empresário Christopher Sarofim. A possibilidade de venda surge após um período de críticas à condução do clube no mercado de transferências. No verão europeu, o Everton negociou jogadores por cerca de 100 milhões de libras e registrou lucro aproximado de 25 milhões de libras na janela. A tentativa de negociar o jovem Harrison Armstrong com o Nottingham Forest por 40 milhões de libras provocou reação negativa da torcida. O Everton acabou desistindo da operação. O clube também não conseguiu concluir a contratação do atacante Folarin Balogun, do Mônaco, em uma negociação avaliada em 45 milhões de libras. O técnico David Moyes também entrou no centro das discussões ao revelar, em setembro, que ainda não havia se encontrado nem conversado com Friedkin desde seu retorno ao comando da equipe, em janeiro de 2025. A situação alimentou questionamentos sobre o envolvimento direto do principal acionista no cotidiano do clube. Além do Everton, o Friedkin Group controla a Roma , da Itália, e o AS Cannes , da França. A possibilidade de uma venda também ocorre em meio aos desafios financeiros enfrentados pelos clubes da Premier League, cujas receitas elevadas convivem com custos crescentes de transferências, salários e comissões. Por enquanto, o TFG não estabeleceu publicamente um prazo para concluir a negociação. O grupo afirma que continuará oferecendo o suporte necessário ao Everton durante o processo e que só aceitará uma proposta caso esteja convencido de que o comprador poderá desenvolver o clube esportiva e financeiramente.