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Análise dos Times

Flamengo

Principal

Motivo: O artigo destaca o sucesso de Filipe Luís como técnico do Flamengo, enaltecendo suas conquistas e método de trabalho, colocando-o como pilar de um projeto vitorioso e comparando-o favoravelmente a Jorge Jesus.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: O Palmeiras é apresentado em contraste com o Flamengo, vivenciando uma temporada frustrante e com resultados negativos, o que reforça a narrativa do sucesso do time carioca.

Viés da Menção (Score: -0.4)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo Corinthians Libertadores Palmeiras Brasileirão Copa do Brasil Abel Ferreira Jorge Jesus Filipe Luís Pedro Diego Simeone Supercopa do Brasil

Conteúdo Original

Esporte Futebol Filipe Luís mata fantasma de Jesus e vira pilar de projeto de Fla dominante Danilo Lavieri Colunista do UOL, em Lima 29/11/2025 22h35 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Quando Filipe Luís deixou a prancheta da base do Flamengo para assumir o comando do time principal, a decisão vinha carregada de urgência. O clube precisava de um treinador imediatamente, alguém que conhecesse o ambiente, que tivesse o respeito dos atletas e que entendesse a pressão que envolve cada passo dentro do Ninho do Urubu. Encontrou nele, recém-aposentado como jogador, ainda mais colega do que chefe, uma solução caseira que, à primeira vista, parecia arriscada. Hoje, pouco mais de um ano depois, os corredores rubro-negros falam de outra forma: a aposta virou patrimônio e conseguiu matar o fantasma de Jorge Jesus. O ex-lateral transformou um início cheio de desconfiança em um currículo que beira o inacreditável para um técnico estreante. Em pouco mais de 12 meses, uma Libertadores, uma Copa do Brasil, o Carioca, uma Supercopa do Brasil e, salvo uma reviravolta improvável, o Brasileirão. Casagrande O Fortaleza tem tudo para fugir do rebaixamento Lara Mesquita Alguns políticos dão valor secundário à democracia Milly Lacombe Posição do Corinthians no Brasileiro é um milagre Sakamoto A melhor notícia para Lula na semana que passou Não demorou para surgir a comparação que, até recentemente, parecia intocável: Filipe Luís começou a ser colocado lado a lado com Jorge Jesus. O português virou personagem folclórico, figura magnética que marcou época. Filipe segue outro caminho. É menos espetáculo, mais método. Classificação e jogos libertadores O método, no caso dele, é literal. Nos bastidores, jogadores e funcionários comentam que poucas vezes viram alguém tão obcecado por explicações. Cada decisão vem acompanhada de dados de GPS, relatórios de carga, avaliações físicas e argumentos quase didáticos. Ele não apenas escala: ele demonstra. Não apenas cobra: ele mostra por que cobra. Também consegue se identificar com o clube de uma maneira diferente. Quando se aposentou, disse que estava saindo porque veio ao Brasil apenas para jogar no Flamengo. E agora, como comandante, faz questão de manter a ligação com episódios históricos do time, como fez ao lembrar os meninos do Ninho na primeira resposta pós título. O caminho não foi fácil. No começo, havia resistência, muitos dos atletas ainda o viam como o veterano de chuteira, não como o homem que passa as ordens. A virada aconteceu quando o elenco percebeu que, mais do que autoridade, havia conhecimento. E, sobretudo, convicção. O episódio da bronca pública em Pedro é simbólico. A inspiração não é segredo. Filipe sempre citou Diego Simeone como referência, não pelo estilo explosivo, mas pela busca obsessiva por competitividade. O Flamengo que ele comanda reflete isso: organizado, intenso e, principalmente, dono de uma regularidade que faz a diretoria tratar sua renovação como prioridade absoluta. Ninguém no clube cogita abrir mão dele, como já ficou claro nas entrevistas após o título. Pelo contrário: a ideia é blindá-lo para seguir um projeto que deu ao Flamengo o posto de maior campeão brasileiro da Libertadores e que deixou o nono título nacional, um número que reabre a discussão sobre a hegemonia anterior à unificação feita pela CBF, ao alcance de um último passo. Continua após a publicidade Do outro lado da tabela, o contraste ajuda a reforçar ainda mais a narrativa interna. Enquanto Filipe empilha decisões e resultados, Abel Ferreira vive a temporada mais frustrante desde que chegou ao Brasil: vice do Paulista, vice da Libertadores, tentando fechar o ano também como vice do Brasileirão e com uma eliminação para o arquirrival Corinthians na conta. No jogo mais simbólico da temporada, o Palmeiras não acertou um chute sequer no gol do Flamengo, um retrato de como as trajetórias dos dois lados se afastaram. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora 'Posição do Corinthians no Brasileirão é um milagre', diz Milly Lacombe Lula vê isenção do IR como 14º salário e fala em comprar TV maior para Copa Em festa no Rio, Flamengo remenda taça com fita adesiva após quebra em Lima Com saída de David Junior, veja quem é trio finalista da Dança dos Famosos Foragido, Ramagem desafia Moraes a enviar pedido de extradição aos EUA