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Só para assinantes Assine UOL Reportagem A burocracia ganhou de Palmeiras e Inter Juca Kfouri Colunista do UOL 09/08/2026 18h01 Deixe seu comentário Bruno Henrique, do Inter, e Mauricio, do Palmeiras, disputam a bola durante jogo do Brasileirão Imagem: ROBERTO CASIMIRO/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Burocrático! Pareceu jogo do escritório de contabilidade verde contra o da imobiliária vermelha. Tudo bem organizado, correto e silencioso. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Emoção zero. Ninguém fechou um balanço milionariamente positivo, nem vendeu o imóvel encalhado. O Palmeiras não produziu nada e o Inter, com postura diferente da timidez mostrada em Itaquera dias atrás, empatou também nas pontadas, duas para cada lado e nenhum gol. Mas os dois gerentes não mudaram nada para o segundo tempo, embora nos cinco minutos iniciais os alviverdes tenham mostrado mais fome, talvez porque tenham sido proibidos de lanchar no local de trabalho. Aos 11 minutos o gerente Abel Ferreira não aguentou mais e pôs Vitor Roque e Flaco López para abrir a casinha da imobiliária e sacou Maurício e Sosa. Matheus Bahia saiu seis minutos depois e Aguirre entrou no Colorado, diante de mais de 38 mil torcedores. Continua após a publicidade Nessas alturas o Inter jogava só como havia feito em Itaquera, embora sem Mercado na zaga, poupado em jogos com gramado artificial. Pela Copa do Brasil, perder por um gol foi bom negócio. No Brasileirão, significaria permanecer na Z4 e o gol palmeirense parecia inevitável, mas o gerente Paulo Pezzolano não se importava e via seu porteiro, Matheus Cunha, fazer tanta cera que o cartão amarelo foi obrigatório. Juninho e Ronaldo, mais dois jogadores defensivos, entraram aos 31, nos lugares de Alan Patrick e Bruno Henrique. A resposta foi Giay e Felipe Anderson nos lugares de Emi Martínez e Allan. Se o blogueiro fosse trouxa e apostasse, apostaria que o gol paulista aconteceria até o fim do clássico. Aos 35 minutos só não aconteceu porque Vitor Roque o desperdiçou cara a cara com Matheus Cunha, embora o atacante parecesse impedido. Continua após a publicidade Bezerra foi chamado e Carbonero saiu, aos 42. No minuto seguinte, Vitor Roque errou, em contra-ataque, passe fácil para Flaco ficar na cara do gol. E o tempo fechou na casa verde, antes mesmo dos sete minutos de acréscimos. Típico de quem saiu da várzea, mas não deixou que a várzea saísse, como tem sido habitual nos jogos pelo Brasil afora. De cera em cera, o assoprador de apito deu mais dois minutos de acréscimos, inúteis como todos os anteriores, até porque Vitinho perdeu o gol da vitória gaúcha. Se, amanhã, o torcedor abandonar os estádios por falta de espetáculo e de respeito, os profissionais talvez sintam no bolso o tamanho do crime que cometeram. Ah! O blogueiro, se fosse trouxa, e apostasse, teria perdido a aposta. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Empresário é condenado por agredir ex-Miss Rio Branco; defesa vai recorrer Médico é levado à polícia por chamar mulher para atendimento em 'cativeiro' TSE aceita abrir ação de Flávio contra Lula por desfile no Carnaval do Rio Cúpula do Master citou advogada que recebeu R$ 33 mi como 'sócia' de Gilmar Ídolo na Ítalia, Sandro Mazzola morre aos 83 anos