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Esporte Futebol Copa do Mundo Caso Balogun: Trump nega controvérsia na Copa e detalha papo com Infantino Do UOL, em São Paulo 17/07/2026 20h12 Atualizada em 17/07/2026 22h01 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Donald Trump e Gianni Infantino durante recepção da Fifa na Trump Tower, em Nova York Imagem: Andrew Harnik/Getty Images O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a falar sobre a anulação da suspensão do atacante Folarin Balogun , da seleção norte-americana, para o jogo das oitavas de final da Copa do Mundo, contra a Bélgica. As declarações aconteceram durante uma recepção da Fifa na Trump Tower, em Nova York, nesta sexta-feira. O que ele disse? Trump mencionou a expulsão de Balogun como o momento "mais inesquecível" do Mundial. Em seguida, o político republicano detalhou sua conversa com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, para reverter a punição ao jogador do seu país. Provavelmente, o [momento] mais inesquecível de todos foi quando deram àquele rapaz... foi um cartão vermelho? E eu fui obrigado a ligar para o Gianni [Infantino] apenas para fazer uma recomendação. Eu disse: 'Gianni, gostaria de fazer uma recomendação. Deixe o rapaz continuar no jogo!'. Não, eu não disse isso. Eu disse só: 'Gostaria de fazer uma reclamação'. Donald Trump, em recepção da Fifa PVC Fifa transforma entrevista em Fan Fest bagunçada Juca Kfouri O que estão fazendo com o futebol é um crime Sakamoto Trump acusa conspiração enquanto lança uma Diogo Cortiz Brasil entra na 'ONU da IA' liderada pela China Infantino recebeu elogios do presidente norte-americano pela liberação do atleta. Trump citou que o dirigente da Fifa tomou uma "grande decisão" porque, no fim, a Bélgica venceu o jogo, e não restaram dúvidas sobre qual seria a melhor equipe. Eu não fazia ideia do que iria acontecer, mas, sabem, acabou sendo muito melhor do jeito que aconteceu, porque não houve controvérsia. Eles venceram o jogo, e nossa equipe ficou com todos os seus jogadores. Se você pensar bem, você tomou mais uma grande decisão. Eu sei que você nunca recebe o devido reconhecimento. Nunca recebe crédito por isso. Pensem só: se ele não tivesse permitido, as pessoas diriam: 'Nós teríamos vencido o jogo se tivéssemos nossos melhores jogadores'. Então, o Gianni tomou mais uma entre suas muitas boas decisões. Donald Trump, em recepção da Fifa Durante o discurso, o republicano também defendeu a realização de mais uma Copa nos Estados Unidos. "Estou pressionando bastante essas pessoas [da Fifa], porque são elas que realmente dão as cartas. Elas dizem ao Gianni exatamente o que fazer. Eu disse: 'O que deveríamos fazer é escolher os Estados Unidos novamente. Desta vez, vamos deixar México e Canadá de fora'", concluiu. O caso Balogun Balogun foi expulso durante a vitória dos Estados Unidos sobre a Bósnia, por 2 a 0, na segunda fase da Copa do Mundo. O artilheiro dos EUA na Copa pisou no tornozelo do zagueiro Tarik Muharemovic, mas Raphael Claus não o expulsou no momento. Chamado pelo VAR, o árbitro brasileiro checou o lance e mostrou o vermelho direto. O caso gerou indignação nos EUA, e Trump ligou para Infantino para pedir a anulação da suspensão. Além disso, houve um "esforço coordenado" envolvendo advogados e órgãos do governo norte-americano para acelerar o processo junto à Fifa, segundo relatou o jornal The New York Times. Continua após a publicidade A Fifa liberou a escalação do jogador no dia 5 de julho, às vésperas do jogo contra a Bélgica. Para isso, a entidade usou o artigo 27 do seu regulamento , que permite a suspensão de medidas disciplinares. A regra pôs Balogun em um período probatório de um ano — se houver uma infração semelhante, a punição será aplicada. Trump chamou o árbitro Raphael Claus de "suspeito" e disse ter analisado o seu histórico. Em pronunciamento na Casa Branca, o político confirmou sua interferência no caso e também confessou que nem sabia o que era um cartão vermelho. A CBF, a FPF e a Conmebol saíram em defesa do árbitro brasileiro . Balogun foi titular dos EUA nas oitavas de final contra a Bélgica. A seleção europeia venceu o jogo por 4 a 1, no Lumen Field, em Seattle, e comemorou um dos gols provocando Trump . O atacante norte-americano, por sua vez, passou em branco no duelo . Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Lamine Yamal é confirmado para final, e Messi lembra foto juntos: 'Loucura' Flamengo vence Olimpia e encerra amistosos invicto antes do Brasileiro Restrições de Moraes inviabilizam visita de Milei a Bolsonaro Estreante brilha, Mirassol vence Grêmio em casa e embola briga contra o Z4 Moraes mantém Bolsonaro em domiciliar e proíbe visita com fins eleitorais